Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
🚨 O mercado de criptomoedas enfrenta mais um capítulo turbulento com o Bitcoin (BTC) registrando uma expressiva queda de quase 14% desde seu recorde histórico alcançado no início desta semana.
Na manhã desta sexta-feira (20), o preço da principal criptomoeda do mundo caiu para US$ 93.055, após atingir a máxima de US$ 108 mil, sinalizando uma perda significativa de apetite especulativo.
O movimento foi amplificado por uma saída líquida recorde de US$ 680 milhões em ETFs que investem diretamente em Bitcoin nos Estados Unidos.
Segundo dados da Bloomberg, essa foi a maior retirada diária registrada na história, encerrando um período de 15 dias consecutivos de entradas positivas.
O comportamento mais rigoroso do Federal Reserve (Fed), com uma postura inclinada a manter os juros elevados por mais tempo, influenciou negativamente os ativos de risco, incluindo o mercado de criptomoedas.
Essa perspectiva reduziu o otimismo em torno de um afrouxamento monetário nos Estados Unidos, levando investidores a reavaliar suas exposições.
Especialistas apontam que a correção é característica de mercados de alta. A QCP Capital destacou o "posicionamento excessivamente otimista" como um dos fatores que contribuíram para o recuo.
Já Chris Weston, do Pepperstone Group, alertou para a perda de força no momentum de compra, recomendando cautela no curto prazo.
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A realização de lucros no fim do ano também parece ter desempenhado um papel central nessa liquidação.
Edward Chin, da Parataxis, observou que não houve nenhum fator fundamental específico que desencadeasse a queda, mas sim uma reavaliação natural do mercado diante das condições econômicas.
Apesar da volatilidade, o Bitcoin ainda acumula uma alta de quase 50% desde a vitória pró-cripto de Donald Trump nas eleições presidenciais de novembro.
A dúvida agora recai sobre a capacidade do mercado de sustentar esse movimento ascendente ou se novas correções estão no horizonte.
📊 A queda do Bitcoin repercutiu fortemente em outros ativos digitais, como o Ethereum (ETH) e o Dogecoin (DOGE), que também registraram perdas significativas.
Embora não se espere um colapso imediato, as incertezas em torno das políticas monetárias globais e o comportamento dos grandes investidores podem manter o mercado em alerta.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
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A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
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