Conflito no Irã provoca 201 mortes e quase 750 feridos em um dia

Segundo a Irna, um bombardeio atingiu uma escola de meninas em Minab, deixando ao menos 85 mortas, 60 feridas e cerca de 50 sob escombros.

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Publicado em 01/03/2026 às 09:32h - Atualizado Agora Publicado em 01/03/2026 às 09:32h Atualizado Agora por Matheus Silva
Diversos países, entre eles o Brasil, manifestaram condenação à ofensiva (Imagem: Shutterstock)
Diversos países, entre eles o Brasil, manifestaram condenação à ofensiva (Imagem: Shutterstock)
🚨 O ataque militar lançada neste sábado (28) por Estados Unidos e Israel contra o Irã provocou ao menos 201 mortes e deixou 747 pessoas feridas, segundo informações divulgadas por um porta-voz da Sociedade Crescente Vermelho e repercutidas por agências internacionais, como a Al Jazeera.
De acordo com a entidade humanitária, 24 das 31 províncias iranianas foram atingidas pelos ataques, ampliando o impacto territorial da operação.
A Agência de Notícias da República Islâmica (Irna) informou que um dos bombardeios atingiu uma escola de meninas na cidade de Minab, no sul do país. Segundo a agência estatal, ao menos 85 estudantes morreram e cerca de 60 ficaram feridas. Aproximadamente 50 pessoas ainda estariam sob os escombros no momento da divulgação das informações.

Reações internacionais

Os ataques ocorreram dois dias após uma rodada de negociações entre autoridades americanas e iranianas sobre os limites do programa nuclear de Teerã.
O governo iraniano sustenta que sua atividade nuclear tem finalidade pacífica, enquanto Estados Unidos e aliados, especialmente Israel, consideram o avanço tecnológico uma ameaça à segurança regional.
Diversos países, entre eles o Brasil, manifestaram condenação à ofensiva. A Organização das Nações Unidas (ONU) solicitou um cessar-fogo imediato e apelou por contenção das partes envolvidas.
Ao justificar a operação, o presidente americano Donald Trump afirmou que a ação visa proteger cidadãos e interesses dos Estados Unidos.
📊 Em resposta, o Irã lançou ataques contra países vizinhos que abrigam bases militares americanas. O vice-ministro das Relações Exteriores iraniano, Hamid Ghanbari, declarou que o país exerce seu direito de defesa diante da ofensiva.