Brava Energia (BRAV3) tem prejuízo de R$ 588 milhões no 4º trimestre, queda de 43%
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Diante da perspectiva de que a Brava (BRAV3) melhore a sua alavancagem a partir deste ano, a Ficth já considera a possibilidade de que a petroleira comece a pagar dividendos para os seus acionistas.
💰 A Fitch afirmou o rating da Brava em BB- com perspectiva estável nessa segunda-feira (28). A decisão reflete a eficiência operacional e a base diversificada de ativos da companhia, mas também premissas como "uma distribuição conservadora de dividendos".
Em relatório, a agência de classificação de risco explicou que a Brava deve reduzir seu índice de alavancagem de forma significativa já a partir deste ano. E a melhora do indicador já foi apontada pela diretoria da empresa como uma condição para o início do pagamento de dividendos.
Na apresentação dos resultados do primeiro trimestre, o CFO, Rodrigo Pizarro, indicou que a companhia deve assumir um payout de 25% quando a alavancagem alcançar um nível mais saudável. Ou seja, passar a distribuir 25% do lucro líquido para os acionistas sob a forma de dividendos.
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📉 A expectativa da Fitch é que a alavancagem da Brava caia pela metade até o próximo ano, passando dos 3,6x observados no primeiro trimestre deste ano para 1,7x entre 2025 e 2026.
"O aumento da produção offshore, a redução dos investimentos nas operações onshore e a venda parcial dos ativos de gás midstream devem acelerar a redução da alavancagem da Brava, que foi pressionada pela volatilidade da produção offshore e pela desvalorização do real", explicou.
Com isso, a agência ainda acredita que o fluxo de caixa livre "deve se tornar consistentemente positivo a partir de 2027, assumindo pagamento de dividendos equivalente a 25%".
🛢️A Fitch ainda acredita que a produção da Brava deve subir para 90kboe/d (barris de petróleo equivalente por dia) em 2025 e 120kboe/d até 2029.
No segundo trimestre, a Brava produziu um volume recorde de 85,9 mil boe (barris de óleo equivalente por dia), sendo 71,7 mil de óleo e 14,2 mil de gás.
A companhia, contudo, vem batendo recordes de produção devido ao avanço da produção no campo de Atlanta. Além disso, apresenta maior eficiência no campo de Papa-Terra e maior produção em campos terrestres, como observado pela Fitch.
O aumento da produção ainda deve reduzir os custos de extração. Com isso, a agência vê o Ebitda da Brava subindo para R$ 6,7 bilhões em 2025–2026 e chegando a R$ 8,4 bilhões em 2027–2028, frente aos R$ 2,9 bilhões registrados em 2024.
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
Do total produzido no mês, 45,7 mil boe/d vieram de ativos offshore.
Caso todos os requisitos sejam atendidos, a expectativa da Brava é que o fechamento ocorra ao longo de 2026.
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