Bitcoin (BTC) perde força como 'ouro digital' e se aproxima das ações tech
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
As criptomoedas entraram em liquidação na sexta-feira (10), depois que os Estados Unidos anunciaram uma nova tarifa de 100% contra a China.
📉 Só o Bitcoin (BTC) chegou a cair mais de 12%. A criptomoeda, que vinha sendo cotada acima dos US$ 121 mil, chegou a tocar nos US$ 103,8 mil logo após o anúncio da tarifa.
Depois do susto, o Bitcoin tentou se recuperar. Contudo, ainda era negociado por volta dos US$ 112 mil na manhã deste sábado (11), bem abaixo dos patamares registrados nos últimos dias.
O Bitcoin vinha batendo recordes nos últimos dias, já que a perspectiva de corte dos juros americanos vinha enfraquecendo o dólar e aumentando o apetite dos investidores por ativos alternativos, como o ouro e as criptomoedas.
O cenário, no entanto, mudou de forma repentina na sexta-feira (10), diante da escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China.
A China decidiu aplicar controles à exportação de terras raras, essenciais para a produção de baterias elétricas e chips de IA (Inteligência Artificial) e também para a indústria bélica americana. Contudo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não gostou e logo reagiu.
No início da tarde de sexta-feira (10), Trump ameaçou impor novas tarifas à China e disse que não via mais motivos para manter a reunião que estava marcada para o final deste mês com o presidente chinês, Xi Jinping.
💲 À noite, o americano cumpriu a promessa e anunciou uma tarifa adicional de 100% sobre os produtos chineses, além de controles de exportação sobre todos os softwares críticos produzidos nos Estados Unidos.
Segundo Trump, a tarifa começa a valer "a partir de 1º de novembro de 2025 (ou antes, dependendo de quaisquer ações ou mudanças futuras tomadas pela China)".
O anúncio levantou o temor de uma guerra comercial, fazendo com que os investidores desmontassem posições em ativos de risco como o Bitcoin e voltassem a olhar para o dólar.
Com isso, as criptomoedas e as bolsas de valores afundaram, enquanto o dólar disparou, voltando a ser negociado por R$ 5,50.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
Metal precioso recupera os US$ 5 mil por onça-troy, enquanto criptomoeda segue em baixa.
A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
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