Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
🚨 O mercado de criptomoedas começou a semana sob forte pressão, com o Bitcoin (BTC) registrando uma queda superior a 13% nos últimos dias.
A desvalorização ocorre em meio às novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, que reacenderam temores sobre impactos na economia global e nos ativos de risco.
No último sábado (1º), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um pacote de tarifas que afeta diretamente produtos vindos do Canadá, México e China.
A decisão gerou reações imediatas: o Canadá respondeu com tarifas de 25% sobre US$ 155 bilhões em produtos americanos, enquanto o México sinalizou medidas semelhantes.
Já a China declarou que pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC), buscando uma resolução para o impasse.
A imposição de tarifas sobre importações pode impactar a economia global ao elevar os custos de produção e, consequentemente, pressionar a inflação.
Esse cenário pode forçar bancos centrais ao redor do mundo a adotar políticas monetárias mais restritivas, como o aumento das taxas de juros, reduzindo a liquidez no mercado.
O Bitcoin e outras criptomoedas, que já vinham operando com volatilidade, sentiram imediatamente os reflexos da incerteza econômica.
Além do BTC, o Ethereum (ETH) também perdeu importantes suportes de preço, ampliando o clima de cautela entre investidores.
➡️ Leia mais: Focus: Projeção para inflação em 2025 sobe ainda mais e fica acima do teto
Embora a queda tenha sido expressiva, parte do mercado acredita que a retração pode representar uma oportunidade de compra.
Historicamente, períodos de tensão econômica global já impactaram negativamente o Bitcoin no curto prazo, mas, em momentos de incerteza sobre moedas fiduciárias, o ativo digital costuma ser visto como reserva de valor por investidores de longo prazo.
Além disso, especialistas acompanham de perto os próximos movimentos da Casa Branca e das economias afetadas pelas novas tarifas.
Caso os bancos centrais endureçam suas políticas monetárias, o impacto pode ser mais duradouro. Por outro lado, se houver flexibilização nos embates comerciais, as criptomoedas podem reagir positivamente.
📊Para os investidores, o momento exige cautela. O Bitcoin já demonstrou capacidade de recuperação após quedas abruptas, mas a volatilidade permanece alta.
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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