Raízen (RAIZ4): Shell propõe aporte de R$ 3,5 bilhões para evitar cisão, diz jornal
A dívida líquida da Raízen encerrou o último trimestre em R$ 55,3 bilhões, aumentando a pressão por medidas de redução da alavancagem.
A Raízen (RAIZ4) aprovou nesta segunda-feira (18) o pagamento de R$ 167,6 milhões em dividendos intermediários. O provento será pago em 28 de março, junto com a segunda parcela do JCP (Juros sobre o Capital Próprio) aprovado em dezembro.
💰 Os R$ 167,59 milhões em dividendos foram aprovados pelo Conselho de Administração da Raízen com base na reserva de lucros da companhia e equivale a um valor total de R$ 0,01623032986 por ação.
O dividendo será pago em 28 de março para os acionistas registrados no dia 21 de março, isto é, na próxima quinta-feira. As ações da companhia serão negociadas na condição de ex-dividendos a partir de sexta-feira (22).
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A Raízen também pagará no dia 28 de março a segunda parcela do JCP aprovado no final de 2023, no valor bruto de R$ 0,05677427176 por ação.
🗓️ A companhia aprovou em 15 de dezembro a distribuição de R$ 1,33 bilhão em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,12903243580 por ação. A primeira parcela foi paga em 28 de dezembro, no valor bruto de R$ 0,07225816404 por ação.
Têm direito ao provento os acionistas que estavam registrados em 20 de dezembro de 2023. As ações da companhia são negociadas na condição de ex-juros desde 21 de dezembro.
Vale lembrar que o pagamento de JCP está sujeito à retenção de 15% de IR (Imposto de Renda). Por isso, o valor líquido por ação será menor para os acionistas que não têm direito a isenção ou imunidade tributária.
A dívida líquida da Raízen encerrou o último trimestre em R$ 55,3 bilhões, aumentando a pressão por medidas de redução da alavancagem.
Segundo o banco, a Raízen pode reequilibrar sua estrutura de capital por meio de aumento de capital e/ou venda de ativos.
Apesar da correção, o saldo segue positivo na semana, com o principal índice da B3 avançando 1,92%, acumulando alta de 2,81% em fevereiro.
A lógica da cisão seria isolar riscos, dar maior transparência às operações e facilitar a atração de capital para cada unidade.
Empresa diz que resultado foi pressionado por efeitos pontuais, mas mercado mantém cautela.
Fitch, S&P e Moody's cortaram a nota de crédito da Raízen após a empresa contratar assessores financeiros.
A companhia deve avaliar "opções estratégicas" para otimizar a sua estrutura de capital.
Um dos principais gatilhos para a queda foi a confirmação da aquisição da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa.
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