Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
📉 O PIB da Argentina registrou uma queda de 3,4% no primeiro semestre, mostram os dados divulgados nesta quarta-feira (18) pelo governo federal. Houve uma baixa de 5,2% entre janeiro e março e outra de 1,7% entre abril e junho, de acordo com o Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos).
O levantamento também mostra uma queda de quase 10% no consumo privado e de 6% no público. Por outro lado, houve avanço de 31% nas exportações e 22,5% nas importações.
Os setores mais impactados foram: Construção Civil (-22,2%) Industria de Manufatura (17,4%) e Comércio (-15,7%). A agricultura, por sua vez, cresce 81,2% nos seis primeiros meses do ano.
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O primeiro semestre do ano foi marcado pelo início do governo de Javier Milei que tomou medidas econômicas agressivas na tentativa de controlar o gasto público e reduzir a inflação no país latino. O governo reduziu, por exemplo, os subsídios de energia e transporte público, o que tornou as contas básicas mais caras para os argentinos.
Segundo expectativa do FMI (Fundo Monetário Internacional), a economia argentina deve registrar um recuo de até 3,5% em 2024. No entanto, os analistas preveem uma recuperação ao longo dos meses, alcançado um número positivo de 5% em 2025.
A inflação da Argentina registrou um avanço de 4,2% em agosto, ainda segundo o Indec. No acumulado dos últimos 12 meses, os preços subiram 236,4%, enquanto cresceram 94,8% só em 2024.
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