EUA e UE formalizam acordo comercial com tarifa prevista de 15%
Trump concordou em reduzir de 30% para 15% a tarifa que será cobrada sobre os produtos europeus.
Nesta quinta-feira (21), EUA (Estados Unidos) e UE (União Europeia) assinaram um acordo comercial, concluído no mês passado, que prevê a aplicação de tarifa de 15% pelos EUA sobre a maior parte dos produtos vindos da Europa, incluindo automóveis, remédios, semicondutores e madeira.
🗣️ Em troca, a Europa se compromete a aplicar investimentos adicionais de US$ 600 bilhões, comprar US$ 750 bilhões em energia norte-americana, adquirir equipamentos militares e abrir seus mercados para bens produzidos nos EUA.
De acordo com a declaração, o governo americano cortará as tarifas de 27,5% sobre automóveis e peças assim que a União Europeia aprovar a lei que estabelece reduções para produtos dos EUA. O anúncio do acordo foi feito em 27 de julho pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Trump chegou a dizer que este era "o maior acordo de todos os tempos". "Conseguimos chegar a um acordo satisfatório para ambas as partes, por isso é um acordo muito poderoso", afirmou. Já Ursula von dey Leyen, afirmou que foi uma "boa conclusão" para as negociações.
E o Brasil?
Os EUA concordaram em atender ao pedido de consulta apresentado pelo Brasil na OMC (Organização Mundial do Comércio). Porém, destacaram que algumas das acusações levantadas pelo país tocam em pontos relacionados à segurança nacional americana.
"A solicitação do Brasil diz respeito, em parte, a certas ações dos Estados Unidos relacionadas à segurança nacional que não são suscetíveis de revisão ou capazes de resolução pela solução de controvérsias da OMC", afirmou o governo norte-americano.
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💭 Na OMC, o Brasil contesta o tarifaço do presidente norte-americano, que aplicou uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros. As alegações ainda envolvem a investigação comercial conduzida pelos EUA contra o Brasil, que traz no pacote uma ameaça ao sistema Pix.
O Brasil chegou a negar a existência de políticas discriminatórias ou restritivas ao comércio com os EUA. "O Brasil não reconhece a legitimidade das investigações, determinações ou potenciais ações retaliatórias tomadas fora do escopo da Organização Mundial do Comércio, que é o único e apropriado fórum para resolução de disputas comerciais entre os seus membros”, diz a carta.
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