Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
🏆Ao que tudo indica, os tempos em que criptomoedas eram coisas de pessoas antenadas em tecnologia passou.
Segundo um relatório do buscador de investimentos Yubb, o Bitcoin (BTC) foi o investimento mais buscado pelos brasileiros em março. O fato se deu em razão da sua forte alta durante todo o mês, que colocou o ativo no recorde de sua história, aos US$ 73 mil.
O pódio fica completo com a presença dos CDBs e dos fundos de ações, que lideraram a lista por muitos meses seguidos.
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A popularidade do Bitcoin melhorou muito em relação ao ano passado. No relatório que avaliou a busca por ativos durante todo o ano passado, a cripto terminou em sexto lugar. Em fevereiro, houve um salto para o terceiro lugar da lista.
Dois principais fatos elevaram o Bitcoin -e outras criptos- a esse patamar recorde. O primeiro foi a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Desde janeiro, as empresas podem negociar esse ativo por meio de fundos de índices nas bolsas de valores.
Além disso, o mercado espera o halving do BTC, que deve acontecer nas próximas semanas. De forma automática, a blockchain deve cortar pela metade as emissões da cripto para bloquear uma possível inflação do ativo.
“É normal em todo ciclo de alta. As pessoas começam a ir atrás quando bate o recorde histórico. Em março, isso refletiu na busca por criptos”, disse Bernardo Pascowitch, CEO do Yubb, em entrevista ao Estadão.
Parte dos analistas acredita que o Bitcoin deve continuar sua trajetória de alta nos próximos meses, alcançando números cada vez maiores. Fato é que muitos dos investidores institucionais estão dando oportunidade para criptomoedas em suas carteiras de investimentos, conforme destacou este Investidor 10.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
Metal precioso recupera os US$ 5 mil por onça-troy, enquanto criptomoeda segue em baixa.
A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
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