Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🏆Ao que tudo indica, os tempos em que criptomoedas eram coisas de pessoas antenadas em tecnologia passou.
Segundo um relatório do buscador de investimentos Yubb, o Bitcoin (BTC) foi o investimento mais buscado pelos brasileiros em março. O fato se deu em razão da sua forte alta durante todo o mês, que colocou o ativo no recorde de sua história, aos US$ 73 mil.
O pódio fica completo com a presença dos CDBs e dos fundos de ações, que lideraram a lista por muitos meses seguidos.
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A popularidade do Bitcoin melhorou muito em relação ao ano passado. No relatório que avaliou a busca por ativos durante todo o ano passado, a cripto terminou em sexto lugar. Em fevereiro, houve um salto para o terceiro lugar da lista.
Dois principais fatos elevaram o Bitcoin -e outras criptos- a esse patamar recorde. O primeiro foi a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Desde janeiro, as empresas podem negociar esse ativo por meio de fundos de índices nas bolsas de valores.
Além disso, o mercado espera o halving do BTC, que deve acontecer nas próximas semanas. De forma automática, a blockchain deve cortar pela metade as emissões da cripto para bloquear uma possível inflação do ativo.
“É normal em todo ciclo de alta. As pessoas começam a ir atrás quando bate o recorde histórico. Em março, isso refletiu na busca por criptos”, disse Bernardo Pascowitch, CEO do Yubb, em entrevista ao Estadão.
Parte dos analistas acredita que o Bitcoin deve continuar sua trajetória de alta nos próximos meses, alcançando números cada vez maiores. Fato é que muitos dos investidores institucionais estão dando oportunidade para criptomoedas em suas carteiras de investimentos, conforme destacou este Investidor 10.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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