Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, está perto de decidir sobre o lançamento de fundos negociados em Bolsa de Bitcoin à vista. A expectativa do mercado é de que a SEC aprove os chamados ETFs de Bitcoin. Contudo, o presidente da SEC, Gary Gensler, fez alertas sobre o risco de investir em criptoativos nesta segunda-feira (8).
🪙 Em um post na rede social X, ex-Twitter, Gary Gensler disse que "os investimentos em criptoativos continuam sujeitos a riscos significativos". Ele afirmou que esses investimentos muitas vezes são voláteis e também apontou problemas nas plataformas e gestoras de criptoativos, as exchanges. Segundo Gensler, várias exchanges se tornaram insolventes ou perderam valor.
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Além disso, o presidente da SEC disse que quem oferece criptomoedas pode não estar cumprindo a lei, o que reduz a proteção e o nível de informação disponível para os investidores. Ele ainda falou sobre a ocorrência de fraudes envolvendo criptomoedas, como ofertas fraudulentas de moedas, esquemas Ponzi, pirâmides financeiras e até roubo.
Segundo Gary Gensler, os investidores devem ter em mente todos esses pontos ao pensar em investir em criptoativos. Para os entusiastas das criptomoedas, foi um recado de que a SEC pode estar prestes a liberar o lançamento dos ETFs de Bitcoin.
📈 Apesar dos alertas de Gensler, o Bitcoin opera em alta diante da expectativa de que os ETFs de Bitcoin entrem em breve no mercado. O criptoativo sobe mais de 6% e superou o patamar dos US$ 47 mil nesta segunda-feira (8). No Brasil, a moeda ultrapassa os R$ 229 mil.
Gestoras como BlackRock, Ark Invest e Fidelity pediram autorização da SEC para lançar ETFs de Bitcoin à vista. Analistas esperam que a SEC aprove os pedidos até quarta-feira (10).
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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