Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, está perto de decidir sobre o lançamento de fundos negociados em Bolsa de Bitcoin à vista. A expectativa do mercado é de que a SEC aprove os chamados ETFs de Bitcoin. Contudo, o presidente da SEC, Gary Gensler, fez alertas sobre o risco de investir em criptoativos nesta segunda-feira (8).
🪙 Em um post na rede social X, ex-Twitter, Gary Gensler disse que "os investimentos em criptoativos continuam sujeitos a riscos significativos". Ele afirmou que esses investimentos muitas vezes são voláteis e também apontou problemas nas plataformas e gestoras de criptoativos, as exchanges. Segundo Gensler, várias exchanges se tornaram insolventes ou perderam valor.
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Além disso, o presidente da SEC disse que quem oferece criptomoedas pode não estar cumprindo a lei, o que reduz a proteção e o nível de informação disponível para os investidores. Ele ainda falou sobre a ocorrência de fraudes envolvendo criptomoedas, como ofertas fraudulentas de moedas, esquemas Ponzi, pirâmides financeiras e até roubo.
Segundo Gary Gensler, os investidores devem ter em mente todos esses pontos ao pensar em investir em criptoativos. Para os entusiastas das criptomoedas, foi um recado de que a SEC pode estar prestes a liberar o lançamento dos ETFs de Bitcoin.
📈 Apesar dos alertas de Gensler, o Bitcoin opera em alta diante da expectativa de que os ETFs de Bitcoin entrem em breve no mercado. O criptoativo sobe mais de 6% e superou o patamar dos US$ 47 mil nesta segunda-feira (8). No Brasil, a moeda ultrapassa os R$ 229 mil.
Gestoras como BlackRock, Ark Invest e Fidelity pediram autorização da SEC para lançar ETFs de Bitcoin à vista. Analistas esperam que a SEC aprove os pedidos até quarta-feira (10).
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Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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