Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, está perto de decidir sobre o lançamento de fundos negociados em Bolsa de Bitcoin à vista. A expectativa do mercado é de que a SEC aprove os chamados ETFs de Bitcoin. Contudo, o presidente da SEC, Gary Gensler, fez alertas sobre o risco de investir em criptoativos nesta segunda-feira (8).
🪙 Em um post na rede social X, ex-Twitter, Gary Gensler disse que "os investimentos em criptoativos continuam sujeitos a riscos significativos". Ele afirmou que esses investimentos muitas vezes são voláteis e também apontou problemas nas plataformas e gestoras de criptoativos, as exchanges. Segundo Gensler, várias exchanges se tornaram insolventes ou perderam valor.
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Além disso, o presidente da SEC disse que quem oferece criptomoedas pode não estar cumprindo a lei, o que reduz a proteção e o nível de informação disponível para os investidores. Ele ainda falou sobre a ocorrência de fraudes envolvendo criptomoedas, como ofertas fraudulentas de moedas, esquemas Ponzi, pirâmides financeiras e até roubo.
Segundo Gary Gensler, os investidores devem ter em mente todos esses pontos ao pensar em investir em criptoativos. Para os entusiastas das criptomoedas, foi um recado de que a SEC pode estar prestes a liberar o lançamento dos ETFs de Bitcoin.
📈 Apesar dos alertas de Gensler, o Bitcoin opera em alta diante da expectativa de que os ETFs de Bitcoin entrem em breve no mercado. O criptoativo sobe mais de 6% e superou o patamar dos US$ 47 mil nesta segunda-feira (8). No Brasil, a moeda ultrapassa os R$ 229 mil.
Gestoras como BlackRock, Ark Invest e Fidelity pediram autorização da SEC para lançar ETFs de Bitcoin à vista. Analistas esperam que a SEC aprove os pedidos até quarta-feira (10).
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
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Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
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A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
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Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
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