Caixa pode comprar carteiras do BRB (BSLI4) para conter crise, diz jornal
A Caixa Econômica Federal estaria negociando a compra de carteiras de crédito do BRB, segundo reportagem de O Globo.
O BRB (BSLI4) trocou mais uma vez de comando, na esteira da operação que investiga a negociação de títulos de crédito falsos.
🚨 A operação da PF (Polícia Federal) levou ao afastamento judicial do presidente e do diretor-financeiro do BRB, além da prisão de sócios e diretores do Banco Master.
Com isso, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, decidiu trocar o comando do BRB de forma definitiva.
Na terça-feira (18), Ibaneis havia dito que Paulo Henrique Costa seria substituído por Celso Eloi de Souza Cavalhero na presidência do BRB.
O governador, no entanto, mudou de ideia e apresentou um novo nome para o comando do banco no dia seguinte.
🏦 O escolhido foi Nelson Antônio de Souza, que já foi presidente da Caixa Econômica Federal em 2018 e do Banco do Nordeste (BNBR3) em 2014 e vinha atuando como vice-presidente da Elo.
Em nota, o governo do Distrito Federal disse que Nelson Souza acabou saindo na frente na disputa pelo comando do BRB por causa do perfil técnico, já que tem mais de 45 anos de experiência no setor financeiro e bancário.
Nelson Souza foi, então, indicado para assumir a presidência e também a diretoria executiva de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores do BRB. Já Celso Eloi deve assumir outra diretoria do banco.
O Conselho de Administração do BRB aprovou na quarta-feira (19) a destituição dos executivos afastados peça justiça: o ex-presidente Paulo Henrique Costa e o ex-CFO Dario Oswaldo Garcia Junior.
Além disso, aprovou a indicação de Nelson Souza para os cargos. O executivo ainda foi nomeado membro do Conselho de Administração do banco. Contudo, ainda precisa ser aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal para tomar posse.
Até lá, o banco será comandado interinamente pela diretora Executiva de Gestão de Pessoas, Cristiane Maria Lima Bukowitz.
🔎 O Conselho de Administração do BRB também aprovou a contratação de uma auditoria externa especializada para apurar os fatos mencionados na Operação Compliance Zero da PF.
De acordo com as investigações da PF, o Master teria criado carteiras de crédito falsas e vendido para outras instituições financeiras. Só o BRB teria injetado R$ 12,2 bilhões na instituição, por meio de operações com indícios de fraude.
O BRB também tentou comprar ativos do Master em março deste ano, mas a operação acabou sendo barrada pelo BC (Banco Central), diante de dúvidas sobre a saúde financeira do banco, que teve sua liquidação extrajudicial decretada na terça-feira (18).
A Caixa Econômica Federal estaria negociando a compra de carteiras de crédito do BRB, segundo reportagem de O Globo.
O risco apontado é que esses papéis possam ser cancelados para absorver prejuízos, o que implicaria perda integral para o investidor.
Os nomes foram ligados a Ibaneis Rocha e ao fundo Borneo, da Reag, investigada por operações com o Banco Master.
Investidores recebem com desconfiança o plano de reestruturação da estatal, em meio ao escândalo do Banco Master.
Estatal precisa recompor o seu capital e, para isso, pode ter que vender ativos ou receber dinheiro do governo.
PF apura indícios de irregularidades em operações comandadas pela antiga diretoria do BRB.
A instituição não informou quem assumirá as vagas deixadas no Conselho.
Segundo o depoimento de Vorcaro, o BC teria indicado a venda como benéfica para o sistema financeiro naquele momento.
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