Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
🪙 Depois de recorrentes altas, o Bitcoin (BTC) apresenta uma baixa de 8% nesta sexta-feira (15). Às 13h, a criptomoeda era negociada a R$ 341 mil, bem distantes dos R$ 361 mil que alcançou na quinta.
A capitalização de criptomoedas perdeu 7% nas últimas 24 horas, para US$ 2,68 trilhões, segundo os monitores de criptomoedas. O índice Coindesk 20, que reúne as principais criptos do mercado, viu seu valor encolher em 8,25% no período.
Ether (ETH), Cardano (ADA) e Binance Coin (BNB) registram perdas parecidas com o Bitcoin desde ontem, enquanto as chamadas criptos memes, como DogeCoin e Shiba Inu, veem números ainda piores, de 14%.
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O processo de declínio começou durante a tarde de quinta, logo que os Estados Unidos divulgaram os dados do Índice de Preço ao Produtor (PPI), que cresceu 0,6% em janeiro.
Esse número representa o dobro do que era esperado pelos analistas e pode significar a manutenção da taxa de juros no patamar atual entre 5,25% e 5,50% ao ano.
Além disso, parte da valorização das criptomoedas nas últimas semanas estava relacionada ao fluxo constante de ETFs (sigla para fundos de índices). No entanto, alguns especialistas começaram a questionar e se preocupar com a aceleração acentuada que se viu nas últimas semanas, especialmente do Bitcoin.
“O volume histórico de negociações do ETF Bitcoin da Blackrock causou certo mal-estar no mercado, com algumas partes temendo que o preço do BTC suba muito e muito cedo e possa sofrer um ‘flash crash’”, afirmou Adrian Wang, fundador e CEO da Metalpha, ao portal norte-americano CoinDesk.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
Metal precioso recupera os US$ 5 mil por onça-troy, enquanto criptomoeda segue em baixa.
A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
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