Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🚀O bitcoin (BTC), a principal criptomoeda do mundo, disparava mais de 5% nas últimas 24 horas nesta sexta-feira (23), acompanhado por ganhos de até 30% entre as maiores altcoins do mercado. E toda essa euforia do mundo cripto tem um motivo: o início do ciclo de corte de juros nos Estados Unidos.
Por volta das 18h45, o bitcoin saltava 6,7% a US$ 64.460,49, acumulando valorização de 9% nos últimos sete dias. Já a ethereum (ETH), a segunda maior moeda digital, tinha ganhos de 5,75% nas últimas 24 horas, cotada a US$ 2.768,42, com lucro de 6,72% na semana.
Entre os 25 maiores altcoins em valor de mercado, o Polygon (MATIC) acumula valorização de 32% nos últimos sete dias, também de olho nas consequências do ciclo de corte de juros, que deve redirecionar o capital alocado em renda fixa nos EUA para ativos de maior risco, como as criptomoedas.
Jerome Powell, presidente do banco central norte-americano afirmou nesta sexta-feira (23) que é o momento de ajustar a política monetária. Esta declaração representa o indicativo mais claro do início do corte de juros, que ocorrerá na reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) em setembro.
"Chegou a hora de ajustar a política. Minha confiança cresceu de que a inflação está a caminho de 2%. Os riscos de alta para a inflação diminuíram e os riscos de baixa para o desemprego aumentaram", disse na abertura do discurso no simpósio econômico de Jackson Hole, no Wyoming.
Conforme a ferramenta CME FedWatch, 67,5% dos traders apostam em um corte de 25 pontos-base e 32,5% em um corte 50 pontos-base na taxa básica de juros dos EUA na reunião do próximo mês.
➡️Leia mais: Powell confirma corte de juros nos EUA em setembro
🔎Acompanhe a seguir como está o desempenho das 20 maiores criptomoedas em valor de mercado nesta sexta-feira (22):
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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