Bitcoin (BTC) perde força como 'ouro digital' e se aproxima das ações tech
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
📉 O preço do Bitcoin (BTC) voltou a testar novas mínimas nesta quarta-feira (2), logo após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump impor uma nova leva de tarifas comerciais recíprocas para diversos países, incluindo os produtos brasileiros importados pelos americanos.
Um pouco antes do anúncio oficial, a cotação da maior criptomoeda do mundo chegou a bater a máxima diária em US$ 88,4 mil por volta das 17h (horário de Brasília). Todavia, no início da noite, o preço do BTC despencava para US$ 82,7 mil, chegando a se aproximar do fundo de US$ 76,6 mil registrado nos últimos 30 dias.
Só considerando o pico histórico do Bitcoin em US$ 109,1 mil no último dia 20 de janeiro (que coincidentemente foi o dia da posse de Trump, que voltou a chefiar a Casa Branca em seu segundo mandato), a moeda virtual negocia com um desconto de quase −25%.
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Diante de tantas dúvidas que podem estar pairando entre os entusiastas de criptomoedas, o Investidor10 consultou o especialista de criptoativos André Franco, CEO da Boost Research, para avaliar qual é o rumo provável para o Bitcoin, olhando para como estão posicionadas as peças do tabuleiro geopolítico atual.
"Essa nova tabela de taxas do Trump bagunça o sistema global inteiro, fazendo com que o mercado precise efetuar vários cálculos para entender agora de quem precisará importar produtos dado que as alíquotas entre os países já não serão as mesmas com a escalada da guerra comercial", explica o empresário, que também vê repercussões no mercado de criptomoedas.
😧 Embora o Brasil até possa capturar oportunidades, já que a alíquota de 10% aplicada por Trump é inferior ao que se imaginava, essas incertezas econômicas em sua totalidade resvalam no mercado cripto na forma de "preços ainda mais baixos para o BTC", nas palavras do especialista.
No caso, o CEO da Boost Research não descarta que o Bitcoin possa testar preços bem abaixo da barreira psicológica dos US$ 80 mil no curto prazo, com mais sacudidas de mercado sobre as criptomoedas ao longo de 2025, uma vez que a nova narrativa que tem se consolidado é a "incerteza".
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
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