Mercado de previsão sobre Ibovespa, dólar e Bitcoin chega na B3; saiba as condições
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
💲 Depois de semanas amargando baixas expressivas, o Bitcoin (BTC) parece ter encontrado forças. Nesta segunda-feira (23), a principal criptomoeda do mercado registra um avanço de 1,4%, segundo os principais monitores de ativos digitais.
O movimento é ainda mais positivo se considerado o cenário semanal em que o Bitcoin avança mais de 5%. Nos últimos 30 dias, a alta já chega a 7%, segundo o CoinMarketCap.
A performance da criptomoeda tem sido favorável mesmo em um cenário desfavorável em relação ao real brasileiro. Isso porque um estudo da Austin Rating mostrou que a moeda foi a que mais se valorizou ante o dólar dos Estados Unidos desde o começo do mês.
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Ao que tudo indica, a alta do Bitcoin está relacionada justamente com os EUA, que decidiram cortar a taxa básica de juros na semana passada. O banco central norte-americano (Fed, na sigla em inglês) derrubou o índice para a faixa de 4,75% e 5%, em sua primeira redução desde 2020.
Desta forma, com os investimentos de renda fixa pagando menos, os investidores começam a apostam em produtos com maior risco, mas que podem trazer melhores rendimento. Este é o caso do Bitcoin, que, desde janeiro, avançou 43% na conversão para o dólar.
Mas ainda não há um consenso entre os analistas sobre qual vai ser a trajetória do Bitcoin nas próximas semanas e meses, considerando que novas decisões sobre juros devem acontecer no Brasil e EUA. Enquanto por lá, os BC deve seguir cortando juros, o brasileiro pode elevar até chegar em 11,5% no final de 2024, segundo a visão do mercado.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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