O Roundhill Magnificent Seven ETF (MAGS) é um fundo negociado em bolsa que busca acompanhar o desempenho de um índice composto pelas sete grandes empresas norte-americanas amplamente conhecidas como “Magnificent Seven”. O ETF é administrado pela Roundhill Investments e negociado sob o ticker MAGS na NYSE Arca.
Classificado como um ETF de renda variável temática com foco em ações dos Estados Unidos, o MAGS tem como objetivo refletir, antes de taxas e despesas, o desempenho das empresas que compõem o índice Magnificent Seven.
O fundo adota uma estratégia de gestão passiva, mantendo uma carteira estruturada para replicar a composição e as regras de ponderação definidas pelo índice de referência, que concentra exposição em um conjunto fixo de companhias de grande capitalização.
O índice acompanhado pelo MAGS reúne sete empresas de grande capitalização listadas nos Estados Unidos, reconhecidas por sua relevância no setor de tecnologia, comunicação e consumo discricionário.
Diversificação e exposição setorial
O MAGS apresenta exposição concentrada a empresas atuantes principalmente nos seguintes setores:
Tecnologia da informação.
Serviços de comunicação.
Consumo discricionário.
A estrutura do ETF reflete a concentração setorial característica do grupo de empresas que compõem o índice.
Estrutura e custos
As cotas do MAGS são negociadas no mercado secundário. A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados, mecanismo que contribui para manter o preço do ETF próximo ao seu valor patrimonial líquido (NAV).
O fundo possui taxa de administração e não cobra taxa de performance. O MAGS realiza distribuições periódicas de rendimentos provenientes principalmente dos dividendos pagos pelas empresas que compõem sua carteira.
História e evolução do ETF
O Roundhill Magnificent Seven ETF foi lançado em 2023, em um período de forte concentração do mercado acionário norte-americano em grandes empresas de tecnologia e comunicação.
Nos últimos anos, o desempenho do grupo representado pelo ETF esteve associado à expansão do setor de inteligência artificial, à digitalização de serviços e à volatilidade decorrente de ciclos de política monetária nos Estados Unidos.
A concentração em poucas empresas também resultou em maior sensibilidade a movimentos específicos dessas companhias no mercado.