Ex-queridinha? Banco do Brasil (BBAS3) deixa a lista de compras de Luiz Barsi
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
💰 No cenário de evolução tecnológica financeira, o Banco do Brasil (BBAS3) e a empresa Giesecke+Devrient Currency Technology (G+D) formalizaram um acordo de cooperação técnica com o intuito de explorar o potencial do Drex.
O Drex é a versão digital do real desenvolvida pelo Banco Central, para transações offline.
A solução, já testada em países como Gana e Tailândia, utiliza pulseiras, cartões de plástico ou celulares para efetuar pagamentos com moedas virtuais sem a necessidade de conexão à internet.
A G+D, empresa global especializada em segurança digital, plataformas financeiras e tecnologia monetária, participa ativamente do desenvolvimento de projetos de moedas digitais de Bancos Centrais, como o Drex.
O Banco do Brasil integra oficialmente o projeto-piloto do Drex, cujo foco é adaptar a solução às necessidades brasileiras, oferecendo transações offline que complementem o uso de dinheiro, cartões e Pix.
O acordo, resultado de meses de negociação, tem como objetivo criar soluções adaptadas à realidade brasileira, permitindo o uso do Drex em transações cotidianas, como pequenas compras no comércio, pagamentos de serviços e mesadas.
O Banco do Brasil destaca que a solução foi apresentada no programa Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift Challenge) promovido pelo Banco Central.
A principal vantagem da implementação desse modelo, segundo o BB, é a possibilidade de explorar novos usos para o Drex. Caso os testes se mostrem bem-sucedidos, a moeda digital criptografada poderá ser utilizada em transações do dia a dia, proporcionando praticidade e segurança.
Além disso, a solução tem potencial para ampliar o acesso à moeda digital a pessoas com dificuldade de conexão à internet, sem inclusão financeira ou que residem em locais com infraestrutura precária.
Apesar do aumento da inclusão bancária e da popularização do Pix, o uso do dinheiro em espécie ainda é expressivo no Brasil, especialmente em razão da falta de conta ou cartão de crédito, apontou uma pesquisa da Tecban.
Diante desse cenário, o BB vislumbra a possibilidade de a solução de pagamento offline tornar-se uma alternativa prática, segura e simples ao dinheiro em espécie, além de contribuir para a popularização do Drex.
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
Uma das pautas cria um programa de renegociação de dívidas rurais, mas mercado questiona as condições do refinanciamento.
Entre as principais queixas estavam falhas para realizar Pix e consultar informações da conta.
Com isso, o Itaú BBA cortou a projeção para o lucro e o preço-alvo para as ações do BB.
O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
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Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
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