Ranking de ETFs de Maiores Altas em 60 Meses
O ranking dos ETFs Americanos com Maiores Altas em 60 Meses apresenta quais fundos internacionais acumularam os maiores ganhos ao longo desse período, servindo como referência para pesquisas mais aprofundadas.
Para quem busca entender o comportamento dos ETFs em horizontes mais longos, avaliar o desempenho de cinco anos (60 meses) pode trazer insights importantes sobre consistência e resiliência.
Ao investir em um ETF Americano, o investidor adquire acesso a uma cesta de ativos sem precisar selecionar cada um individualmente, o que favorece a diversificação.
Entre as principais vantagens desses fundos, destacam-se:
- Liquidez: por serem negociados como ações, as cotas de ETFs Internacionais podem ser compradas e vendidas durante todo o pregão.
- Transparência: os índices de referência são amplamente conhecidos, e a maior parte dos ETFs Internacionais divulga sua composição de maneira regular.
- Custos competitivos: muitas vezes, as taxas de administração são mais baixas em comparação a fundos de gestão ativa, pois os ETFs Internacionais buscam “copiar” um índice, e não superá-lo.
Como funciona o ranking
O ranking dos ETFs Americanos com as maiores altas dos últimos 60 meses (5 anos) é estruturado com base em uma metodologia focada na valorização acumulada dos ativos ao longo desse período.
O principal critério para a classificação é a variação percentual de preço considerando indicadores complementares como o Dividend Yield atual (DY), a capitalização de mercado, além das variações dos últimos 12 e 24 meses.
A composição do ranking permite ao investidor identificar os ETFs que podem estar em momentos distintos do ciclo de mercado, seja em correção, estabilidade ou ainda em expansão.
O ranking é atualizado periodicamente conforme a divulgação de resultados trimestrais e balanços anuais. Não constitui recomendação de investimento.
Características de ETFs maiores altas em 60 Meses
- Exposição a tendências estruturais: os líderes atuais surfam megatemas como criptoativos, inovação em semicondutores ou reconfiguração de cadeias de commodities.
- Volatilidade elevada, mas diluída no período: a trajetória quinquenal mascara recuos profundos no meio do caminho. Quem permanece no topo sobreviveu a drawdowns de -30 % ou mais, exigindo estômago firme do cotista.
- Dividend yield baixo: a maior parte do retorno veio de ganho de preço, não de fluxo de caixa. Líderes de longo prazo como ETHE ou UCO distribuem pouco ou nada; o investidor troca renda por potencial de valorização.
- Patrimônio de médio porte: com exceção de raros gigantes, muitos desses ETFs ainda têm AUM entre US$ 50 milhões e US$ 2 bilhões. Isso garante liquidez para operações táticas, mas não necessariamente pilar de carteiras institucionais.