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Prio (PRIO3) teve lucro líquido de US$ 459,9 milhões no primeiro trimestre do ano (
1T26), crescimento de +33% ante igual período de 2025, conforme resultados publicados nesta terça-feira (5). Nessa conta, já entrou a produção de
petróleo do campo de Wahoo.
Segundo a gestão, a
petroleira aproveita níveis recordes de produção e vendas, além do retorno do lifting cost (custo de produção), que caiu para um dígito, cerca de US$ 9,40 por barril de petróleo.
No total, a empresa produziu 155,4 mil barris de óleo por dia e vendeu recorde de 14,8 milhões de barris da commodity, enquanto o
petróleo tipo Brent médio negociado pela
PRIO3 no 1T26 ficou em US$ 78,38 por barril e sob taxa de câmbio média de R$ 5,26.
Só no campo de Peregrino, o mais promissor e comprado das mãos da norueguesa Equinor, a produção saltou +110% no 1T26. A receita líquida total da empresa fechou em US$ 1,11 bilhão no trimestre, alta de +60% na comparação anual.
Em meio a um cenário de
taxa Selic nas alturas, a gestão da Prio optou por não emitir novos
títulos de renda fixa no 1T26. Logo, o custo devedor da empresa em dólar ficou em 6,30% ao ano, com vencimento de 2,79 anos.
Durante o 1T26, a dívida líquida da petroleira júnior subiu US$ 63 milhões comparado com o final de 2025, totalizando US$ 4,37 bilhões, principalmente por maiores investimentos no campo de Wahoo, diante da construção submarina e perfuração dos poços de petróleo.
Conforme dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Prio (PRIO3) há dez anos, hoje você teria R$ 190.469,80, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 3.614,30 nas mesmas condições.