A
BB Seguridade (BBSE3), o braço de seguros do
Banco do Brasil (BBAS3), teve lucro líquido de R$ 2,21 bilhões no primeiro trimestre do ano (
1T26), alta de +11,2% na comparação com o mesmo período de 2025, conforme resultados divulgados nesta segunda-feira (4).
O resultado financeiro combinado da BB Seguridade foi de R$ 507,1 milhões no 1T26, crescimento de +58,5% na comparação anual, uma vez que a companhia conseguiu reduzir o custo do passivo e potencializar a rentabilidade dos ativos geradores de receitas financeiras.
Entre os principais fatores que explicam o aumento na lucratividade, estão o ganho de R$ 538,1 milhões apurado pela BrasilPrev (alta de +51% no 1T26). As contribuições de
previdência totalizaram R$ 14,6 bilhões, crescimento de 9,1%, com destaque para os planos esporádicos.
Já a Brasilcap (negócios de capitalização) rendeu R$ 81,3 milhões em lucro no 1T26. Só a arrecadação com títulos de capitalização cresceu 7,6%, com destaque para os títulos tradicionais de pagamento único, devido à forte atuação da força de vendas, que performou, em março de 2026, o maior volume de arrecadação dos últimos dez anos.
O resultado operacional combinado das empresas que compõem a
BBSE3, líquido de impostos, expandiu +2,2% durante o 1T26, refletindo também o crescimento de receita de corretagem na BB Corretora e a manutenção da sinistralidade da Brasilseg em patamar historicamente baixo.
Vale destacar que o prêmio retido da BB Seguridade ficou estável, enquanto o prêmio ganho retido, que é a métrica sensível para formação do resultado do período, aumentou +0,4% em relação aos três primeiros meses de 2026.
No 1T26, os prêmios emitidos pela Brasilseg e as reservas de previdência PGBL e VGBL da Brasilprev variaram em linha com os intervalos do Guidance 2026 (projeções financeiras). Já a sinistralidade saiu melhor que a encomenda,
especialmente no segmento agrícola.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
BB Seguridade (BBSE3) há cinco anos, hoje você teria R$ 2.468,50, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 1.576,70 nas mesmas condições.