21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
O principal índice da bolsa de valores opera com forte queda nesta segunda-feira (14). Segundo dados da B3, o Ibovespa (IBOV) cai mais de 1,5%, voltando a ser negociado na faixa dos 184,2 mil pontos.
Ao menos três fatores influenciam o movimento de baixa do indicador neste dia. O primeiro deles é a guerra no Irã, que continua ganhando novos contornos e não há no horizonte um fim no curto prazo.
O segundo é o preço do petróleo, que dispara no mercado internacional, ultrapassando os US$ 107 e impactando as principais commodities. Por fim, no cenário doméstico, estão as pesquisas eleitorais divulgadas pela manhã, que colocam Lula (PT) em vantagem na corrida para a presidência da República, mas deixam o cenário bem acirrado.
Leia mais: Focus mantém Selic em 13,75% para 2026; veja o que o mercado espera
Com isso, os principais ativos brasileiros são negociados com baixa neste pregão. A Vale (VALE3) lidera entre as blue chips, com queda de 2,5%, mostra a B3.
No entanto, o pior desempenho do dia está com a Cyrela (CYRE4), que perde mais de 5% do seu valor de mercado. Outras construtoras também aparecem na sequência, perdendo ao menos 4%, como é o caso da Cury (CURY3) e da MRV (MRVE3).
O movimento também é de espera para a decisão de juros que deve ser divulgada pelo Copom na próxima quarta-feira (16). O mercado espera um corte de 25 pontos-base na Selic, que deve ser fixada em 13,75% pelos diretores do Banco Central.
Os cenários também mexem com o câmbio, fazendo com que várias moedas se valorizem frente ao real brasileiro. O dólar (USD), por exemplo, consegue registrar uma alta de 0,9%, indo para R$ 5,17.
O euro (EUR) apresenta uma variação mais tímida, mesmo assim com avanço de 0,35%, para R$ 5,96. O Bitcoin (BTC), por sua vez, acelera quase 2% e volta a ser negociado na casa de R$ 405 mil.
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.