Petrobras (PETR4) vende 1º lote de combustível de aviação feito com óleo de soja certificado

O lote comercializado totalizou 3,8 mil metros cúbicos.

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Publicado em 17/06/2026 às 15:37h Publicado em 17/06/2026 às 15:37h por Elanny Vlaxio
O combustível foi vendido para a Vibra (VBBR3) (Imagem: Shutterstock)
O combustível foi vendido para a Vibra (VBBR3) (Imagem: Shutterstock)
A Petrobras (PETR4) concluiu a produção e a venda do primeiro lote de SAF (combustível sustentável de aviação) fabricado a partir de óleo de soja com certificação internacional CORSIA de baixo risco ILUC.  O lote comercializado totalizou 3,8 mil metros cúbicos e foi produzido por meio de coprocessamento na  Reduc (Refinaria Duque de Caxias), no Rio de Janeiro. 
O combustível contém 1% de conteúdo renovável em sua composição, percentual compatível com as metas estabelecidas pela Lei do Combustível do Futuro para os primeiros anos de redução das emissões na aviação doméstica. Para viabilizar a produção, a Petrobras adquiriu da Bunge óleo de soja certificado pelo programa CORSIA Low ILUC Risk.
Segundo a companhia, trata-se do primeiro SAF de soja do mundo associado a uma certificação internacional de baixo risco de mudança indireta do uso da terra, garantindo que a matéria-prima utilizada não está ligada ao desmatamento nem incentiva essa prática. O combustível foi vendido para a Vibra (VBBR3).
De acordo com a diretora de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Angélica Laureano, a comercialização do produto demonstra o compromisso da estatal com a sustentabilidade, a transição energética e o desenvolvimento de soluções alinhadas às demandas da sociedade e do mercado.
“A comercialização do primeiro SAF do mundo com soja certificada demonstra o compromisso da Petrobras com a sustentabilidade, a transição energética e com o desenvolvimento de produtos alinhados às demandas do mercado e da sociedade. Mais que isso, também reflete nosso firme propósito de incentivar a cadeia produtiva de nossos fornecedores a adotarem práticas sustentáveis verificáveis”, afirmou.
A companhia destacou ainda que o coprocessamento adotado na Reduc permite integrar matérias-primas renováveis à infraestrutura já existente de refino, ampliando a capacidade de oferta de combustíveis com menor intensidade de carbono. A iniciativa também fortalece a cadeia produtiva de SAF e reforça a estratégia da Petrobras de promover uma transição energética considerada justa, diz comunicado.