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JBS (JBSS32) assinou nesta terça-feira (15) um acordo definitivo com a Viva Holding para combinar ativos e atividades de produção, beneficiamento e comercialização de couros na JBS Viva. Cada sócia terá 50% da empresa após a conclusão da operação.
Por ora, só ficaram de fora da combinação de negócios as operações de colágeno e gelatina de ambas as companhias. Ou seja, seguem separados a operação de couros da planta da JBS em Cactus, no Texas, e os ativos da divisão de gelatina situados na Alemanha, no Uruguai e no México.
Assim, o acordo dá continuidade à transação anunciada em novembro de 2025. Para formar a sociedade, a JBS transferirá os ativos incluídos na associação para a JBS Couros Brasil e, posteriormente, contribuirá com a totalidade das quotas dessa empresa para a JBS Viva.
A combinação abrangerá operações de couros da JBS no Brasil e no exterior, além dos ativos da Viva ligados à produção de couros e à fabricação e comercialização de insumos químicos utilizados no processamento.
Com a governança compartilhada por até seis integrantes e indicações divididas igualmente entre as sócias, a JBS indicará o presidente do conselho, sem voto de desempate, e o diretor financeiro. Já a Viva Holding escolherá o diretor executivo e o diretor de operações.
No caso, a JBS fornecerá couro cru de seus frigoríficos brasileiros à JBS Viva, que venderá à companhia as aparas e raspas correspondentes geradas no processamento, destinadas à produção de gelatina, colágeno e produtos relacionados.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
JBS (JBSS32) há 12 meses, hoje você teria R$ 768,61, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.292,89 nas mesmas condições.