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🚨 O sino tocou na B3 (B3SA3) para marcar a estreia do EXIF11, novo fundo de investimento em infraestrutura (FI-Infra) da gestora Exes Asset.
A proposta? Democratizar o acesso a projetos estruturados de longo prazo com retornos reais consistentes, isenção fiscal e segurança jurídica.
Administrado pelo Banco Daycoval, o fundo chega ao mercado com uma estratégia voltada a investidores de varejo e institucionais que buscam previsibilidade em meio à volatilidade econômica.
A estreia já começou com pé direito: a primeira emissão de cotas captou R$ 100 milhões, com R$ 40 milhões integralizados e alocados em três operações de geração solar distribuída no Mato Grosso.
Os investimentos iniciais foram estruturados com garantias robustas e retornos reais médios de IPCA+10,33% ao ano, colocando o fundo entre as opções mais atrativas do segmento para quem busca proteção contra inflação com previsibilidade.
O fundo conta com três operações já em carteira, distribuídas entre debêntures incentivadas, CRAs e CRIs.
Os contratos têm prazo de 13 anos, amortização periódica e cláusulas de cashsweep (utilização dos excedentes de caixa para amortização da dívida).
O destaque vai para os níveis de garantia — em alguns casos, mais de 500% do valor da dívida — e a qualidade dos offtakers (contratantes), como o Grupo Shell e o Santander (SANB11). Confira os detalhes das operações iniciais:
Todos os papéis contam com garantias externas, descorrelacionadas dos próprios projetos — o que aumenta a resiliência da carteira frente a choques operacionais.
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Com mandato agnóstico dentro da infraestrutura, o EXIF11 não está limitado a subsegmentos específicos.
A ideia é buscar projetos com bom equilíbrio entre risco e retorno, mantendo a diversificação e a capacidade de navegar diferentes ciclos econômicos.
“A gente estrutura operações próprias, com garantias descorrelacionadas, o que melhora o risco-retorno da carteira”, explica Artur Carneiro, sócio-fundador da Exes.
O fundo conta ainda com isenção fiscal para pessoas físicas e taxas competitivas:
Com R$ 100 milhões já alocados, a gestora mira uma expansão para até R$ 700 milhões, com pipeline de operações já mapeadas.
Novas emissões estão previstas, abrindo espaço tanto para investidores institucionais quanto de varejo.
“A gente acredita em manter os ativos no portfólio, mas se surgir uma oportunidade no mercado secundário, podemos vender e reinvestir com ganho”, reforça Carneiro. “É um fundo para o longo prazo, mas com flexibilidade para gerar valor.”
💲 Segundo a Exes, a tese do EXIF11 está ancorada em ativos reais, com fluxo de caixa previsível, protegido pela inflação e baixa correlação com crises.
A gestora aposta que infraestrutura é o tipo de ativo capaz de atravessar anos turbulentos sem perder atratividade.
“Todo ano tem um motivo para o pessimismo: guerra, agro, escândalos… Mas infraestrutura segue firme, e é nisso que apostamos”, resume Carneiro.
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