📉 A semana começou em ritmo de cautela na Bolsa brasileira. Com investidores dividindo as atenções entre as novas projeções econômicas do
Boletim Focus e a expectativa pelos números da
Petrobras (PETR4), o
Ibovespa (IBOV) operava em queda nesta segunda-feira (11).
Às 12h50, no horário de Brasília, o principal índice da B3 recuava 0,97%, aos 182.335,05 mil pontos. Enquanto isso, o
dólar avançava 0,10%, negociado a R$ 4,91.
No segmento de fundos imobiliários, o clima também era de baixa. O
IFIX, principal índice do setor, caía 0,44%, aos 3.904,92 mil pontos. Já no mercado de criptomoedas, o movimento seguia no mesmo tom mais fraco. O
Bitcoin (BTC) registrava leve queda de 0,01%, enquanto o
Ethereum (ETH) recuava 0,78% no mesmo horário. Lá fora, o cenário é misto, com:
O que mexe com o mercado
A segunda-feira começou movimentada para os investidores, com o mercado tentando equilibrar preocupação com inflação, estreia de empresa na Bolsa e expectativa pelos números da Petrobras (PETR4).
Mais cedo, o Boletim Focus trouxe uma nova piora nas projeções para o
IPCA. A mediana das estimativas para a inflação acumulou a nona alta consecutiva, aumentando as dúvidas do mercado sobre até onde o Banco Central conseguirá avançar no ciclo de cortes da
Selic.
No radar corporativo, os investidores também acompanham o primeiro dia da
Compass (PASS3) negociada na B3. Logo no início do pregão, as ações chegaram a
subir mais de 1%, sendo negociadas a R$ 28, mas não durou muito, já que depois os ativos recuaram.
Ao mesmo tempo, boa parte das atenções segue voltada para o aguardado balanço da Petrobras referente ao primeiro trimestre de 2026. As projeções do BTG apontam para mais um período robusto da estatal, sustentado pelo avanço consistente da produção e por um cenário mais favorável para os preços do petróleo.
Segundo o banco, a Petrobras deve reportar um Ebitda próximo de US$ 13 bilhões no trimestre, reforçando as expectativas de forte geração de caixa pela companhia. Além disso, a estimativa do BTG aponta para distribuição em torno de US$ 2,1 bilhões, o que representaria um dividend yield de aproximadamente 1,5% apenas no primeiro trimestre de 2026.
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