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Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,26 bilhão, avanço de 19,2% na comparação anual e o maior patamar desde o primeiro trimestre de 2024.
A receita líquida avançou 7,4%, para R$ 15,45 bilhões, e o Ebitda chegou a R$ 6,21 bilhões, alta de 8,9% frente ao mesmo período do ano anterior.
"Neste trimestre, o crescimento de receitas, a expansão do lucro e a forte geração de caixa reforçam nossa capacidade de seguir investindo de forma sustentável. Mantemos a liderança em fibra e 5G, ao mesmo tempo em que os serviços digitais e os novos negócios ganham escala e relevância", afirmou o presidente da Vivo, Christian Gebara, em nota à imprensa.
Pós-pago e fibra respondem por 74% da receita de serviços
O crescimento segue sendo puxado pelas frentes mais previsíveis e rentáveis. O pós-pago e a fibra juntos representaram 74,3% de toda a receita de serviços no trimestre.
No segmento móvel, a receita de serviços avançou 7,8%, para R$ 8,55 bilhões, impulsionada principalmente pelo pós-pago. O pré-pago, historicamente mais sensível a variações de renda e cancelamentos, recuou 1%, para R$ 1,32 bilhão, refletindo a transição do mix da companhia em direção a clientes de maior valor.
Na operação fixa, a receita cresceu 5,1% na base anual, para R$ 4,42 bilhões, sustentada pela expansão da fibra e pelo avanço em serviços corporativos, TIC e soluções digitais.
Base de clientes atinge 117,4 milhões de acessos em novo recorde
A base total de clientes atingiu um novo recorde no trimestre, com 117,4 milhões de acessos. No segmento móvel, a operadora chegou a 103,7 milhões de linhas ativas.
Na fibra, a companhia alcançou 31,5 milhões de casas passadas, com 8 milhões efetivamente conectadas, indicador relevante da penetração da infraestrutura construída.
Os investimentos da companhia atingiram R$ 2 bilhões no trimestre, crescimento de 9,6%, com a relação de capex sobre receita chegando a 13,2%.
📈Segundo a Telefônica, a maior parte dos recursos foi direcionada à ampliação da rede móvel 5G e à expansão da operação de fibra, os dois pilares estratégicos centrais da empresa no atual ciclo de crescimento.