O fundo imobiliário
BTG Pactual Logística (BTLG11) tem planos de captar até R$ 1,2 bilhão durante sua 17ª emissão de cotas e, por isso, convocou uma assembleia geral extraordinária (AGE) para que seus cotistas avaliem as condições.
Inicialmente, a gestão só pretende levantar R$ 800 milhões, mediante a emissão de 7,5 milhões de novas cotas ao preço de emissão de R$ 106,69 por cota.
Caso haja demanda suficiente entre os investidores profissionais (público com certificação no mercado financeiro ou com patrimônio em bolsa de valores superior a R$ 10 milhões), haverá lote adicional de R$ 400 milhões em novas cotas.
Quem já é cotista do
FII BTLG11 tem o direito de preferência de participar da 17ª emissão de cotas, mesmo sem ter a condição de investidor profissional, desde que atenda à data-base estipulada no terceiro dia útil após a publicação do anúncio de início das novas cotas.
Não haverá direito de sobras, sendo que a possibilidade de cessão do direito de preferência se dará apenas entre cotistas pelo escriturador. A captação mínima é de R$ 1 milhão, já considerando a taxa de distribuição primária.
Se o
FII BTLG11 angariar o saldo de R$ 1,2 bilhão, o seu valor patrimonial saltará dos atuais R$ 7,58 bilhões para R$ 8,78 bilhões, consolidando-o como o mais valioso
FII de logística do Brasil, bem à frente do
Pátria Log FII (HGLG11), cujo saldo é de R$ 7,57 bilhões.
Conforme dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil no
FII BTLG11 há dez anos, hoje você teria R$ 4.050,80, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
IFIX teria retornado R$ 2.106,90 nas mesmas condições.