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Tenda (TEND3) registrou crescimento de 25,4% nas vendas líquidas do segundo trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior. A prévia operacional divulgada pela construtora mostra avanço na comercialização de imóveis, expansão do banco de terrenos e aumento no volume de repasses.
No período entre abril e junho, as vendas líquidas da operação Tenda alcançaram R$ 1,318 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas), ante R$ 1,051 bilhão registrados um ano antes. A velocidade de vendas ficou em 24% no trimestre. Já no programa habitacional Pode Entrar, as vendas líquidas somaram R$ 145 milhões.
A Tenda também registrou VGV repassado de R$ 990,6 milhões, alta de 7,5% em relação ao segundo trimestre de 2025. O número de unidades repassadas chegou a 5.214, crescimento de 4,7% na mesma base de comparação. As entregas alcançaram 3.708 unidades, avanço de 90,3% na comparação anual, enquanto a companhia encerrou o trimestre com 72 obras em andamento.
Na Alea, braço de casas pré-fabricadas da companhia, o VGV repassado totalizou R$ 91,5 milhões, com crescimento de 4% frente ao trimestre anterior. Foram repassadas 520 unidades e entregues 322 no período. A empresa também ampliou o número de obras em andamento para 17.
Considerando os números consolidados, a companhia registrou VGV repassado de R$ 1,082 bilhão no trimestre. Ao todo, foram 5.734 unidades repassadas e 4.030 entregues entre Tenda e Alea, enquanto o número de obras em andamento chegou a 89. No acumulado do primeiro semestre, o VGV repassado consolidado atingiu R$ 2,194 bilhões, crescimento de 20%.
Outro destaque da prévia operacional foi a expansão do banco de terrenos. A Tenda encerrou junho com um recorde de R$ 27,7 bilhões em VGV potencial em seu landbank, alta de 35,1% na comparação anual e de 20,3% frente ao trimestre anterior.
Durante o período, aproximadamente R$ 5 bilhões em aquisições foram realizados, sendo 39% concentrados na região Nordeste, estratégia que reforça a expansão da companhia nessa parte do país.
A empresa informou ainda que 59,3% das aquisições ocorreram por meio de permuta e destacou que, mesmo nos terrenos comprados em dinheiro, mais de 90% dos pagamentos estão condicionados à obtenção do registro de incorporação. Na Alea, o banco de terrenos atingiu VGV de R$ 6,1 bilhões, elevando o potencial consolidado da companhia para R$ 33,8 bilhões.