Suzano (SUZB3) investe em terminal portuário sem gastar dinheiro
A empresa de papel e celulose entrará no negócio mediante aporte de terrenos de sua propriedade, agregando infraestrutura.
A Suzano (SUZB3) anunciou a conclusão da aquisição da totalidade das participações societárias das empresas Timber VII SPE e Timber XX SPE, sob gestão do BTG Pactual Timberland Investment Group. Após as devidas correções e ajustes contratuais, o valor final da transação foi estabelecido em R$ 2,122 bilhões.
💸 As empresas adquiridas possuem, em conjunto, aproximadamente 70.000 hectares de terras no estado do Mato Grosso do Sul, área esta que se encontra dentro da região de atuação da Suzano. Destes, 50.000 hectares são considerados úteis para as operações da companhia, incluindo plantações de eucalipto em diversas fases de desenvolvimento.
Leia também: Marisa (AMER3) homologa aumento de capital de R$ 622,8 milhões
A conclusão chega logo após a companhia anunciar o início de suas operações em sua nova fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo, também no Mato Grosso do Sul. O Projeto Cerrado, que detém o título de maior linha única de produção de celulose do mundo, com capacidade anual de 2,55 milhões de toneladas de celulose branqueada de eucalipto, iniciou suas operações conforme previsto.
🤑 A empresa havia anunciado em junho que a produção começaria em meados de julho, expectativa que se confirmou. A Suzano estima que a planta produza 900 mil toneladas de celulose em 2024, com expectativa de atingir 2 milhões de toneladas após doze meses de operação. A empresa prevê um período de aproximadamente nove meses para a completa otimização do processo produtivo.
"A Suzano, seus fornecedores e demais parceiros do Projeto Cerrado trabalharão juntos na fase de ramp-up iniciada, visando executá-la de forma adequada e conforme planejado," disse a empresa em comunicado oficial.
A empresa de papel e celulose entrará no negócio mediante aporte de terrenos de sua propriedade, agregando infraestrutura.
Mesmo após os cortes, o banco avalia de forma distinta, mantendo a Suzano como favorita na América Latina e a Klabin em posição neutra.