Petrobras (PETR4) atualiza valor por ação do JCP; veja

O pagamento será realizado em 22 de junho de 2026.

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Publicado em 16/06/2026 às 11:34h Publicado em 16/06/2026 às 11:34h por Elanny Vlaxio
A estatal ressaltou que haverá incidência de imposto de renda (Imagem: Shutterstock)
A estatal ressaltou que haverá incidência de imposto de renda (Imagem: Shutterstock)
A Petrobras (PETR4) informou nesta terça-feira (16) a atualização monetária da segunda parcela da remuneração aos acionistas referente ao quarto trimestre de 2025. O pagamento será realizado em 22 de junho de 2026, na forma de JCP (juros sobre capital próprio), com correção pela taxa Selic acumulada entre 31 de dezembro de 2025 e a data de pagamento.
A remuneração tem como base a posição acionária registrada em 22 de abril de 2026. Conforme divulgado pela companhia, o valor bruto do JCP corresponde a R$ 0,31311454 por ação, enquanto a atualização monetária pela Selic acrescenta R$ 0,02038398 por papel. Com isso, o valor total a ser pago aos acionistas será de R$ 0,33349852 por ação ordinária e preferencial.
A estatal ressaltou que haverá incidência de imposto de renda, conforme a legislação vigente, tanto sobre os juros sobre capital próprio quanto sobre o valor referente à atualização monetária do provento. O pagamento será efetuado pelo Banco Bradesco. 
No caso dos detentores de  ADRs (American Depositary Receipts) negociados na NYSE (Bolsa de Nova York), os pagamentos serão realizados a partir de 29 de junho de 2026, por meio do JP Morgan Chase, banco depositário dos recibos da companhia. 
Vale lembrar que a Petrobras encerrou o 1º trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 32,7 bilhões, resultado 7,2% menor na comparação com o mesmo período do ano passado. Ainda assim, frente ao quarto trimestre de 2025, a estatal mostrou forte recuperação: o lucro mais que dobrou, avançando 110% sobre os R$ 15,6 bilhões registrados anteriormente.
Já o Ebitda ajustado, indicador que mede a geração operacional de caixa da companhia, ficou em R$ 59,6 bilhões entre janeiro e março, recuo anual de 2,4%. Mesmo assim, a petroleira destacou a manutenção de uma forte geração de caixa, com fluxo de caixa operacional de R$ 44 bilhões (US$ 8,4 bilhões).