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Mercado Livre (MELI34) vai ampliar a venda de remédios no Brasil a partir desta sexta-feira (25), começando em São Paulo.
💊 O marketplace já vinha testando a comercialização de medicamentos sem prescrição médica na região. Agora, também passará a vender remédios com retenção de receita, como antibióticos, anti-inflamátórios e canetas emagrecedoras.
A venda será realizada a partir da farmácia adquirida pela companhia em São Paulo, com o envio e a validação da receita por um farmacêutico do grupo.
Farmácias chegam ao marketplace
Além da venda direta de remédios, o Mercado Livre vai permitir a entrada de grandes redes farmacêuticas no seu marketplace.
Sem revelar nomes, a companhia disse que três farmácias estarão integradas à plataforma até o final de outubro.
A expectativa é alcançar 20 parceiras na Região Metropolitana de São Paulo até o fim do ano.
Entregas em 1 hora
Para ampliar a atratividade desse serviço, o Mercado Livre também promete agilizar a entrega de itens de pequeno porte.
A ideia é entregar em no máximo uma hora qualquer item com menos de 15 quilos, incluindo remédios.
O programa terá uma operação piloto em São Paulo, antes de chegar a outras regiões.
Vem mais por aí?
O Mercado Livre entrou de vez no mercado farmacêutico graças à Lei 15.357 de 2026, que autorizou a venda de remédios em supermercados e o uso de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para a logística e entrega de medicamentos.
Porém, não é a única empresa de olho nessa oportunidade. Nos últimos meses, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também liberou outras cinco plataformas digitais para atuar no setor:
Magazine Luiza (MGLU3),
Americanas (AMER3), Shopee, iFood e Rappi Brasil.
Na avaliação do mercado, o movimento é positivo para essas companhias, pois abre espaço para um mercado de vendas recorrentes e que segue em crescimento no Brasil, justamente em um momento em que o varejo apresenta dificuldades no país.