O
setor bancário é um dos mais queridinhos dos investidores fãs de
dividendos, sendo um dos pilares fundamentais da estratégia
'BEST' cunhada pelo megainvestidor Luiz Barsi, que recomenda
bancos,
elétricas,
saneamento e
telecomunicações. Só que a equipe do Safra mostra que até entre favoritos da bolsa de valores há oportunidades mais óbvias do que outras a se aproveitar, diante do novo cenário econômico em 2027.
Acompanhe todas as notícias pelo celular!
Baixe o app
Os torcedores do Banco do Brasil já dispensam apresentações, os quais seguem comprados na estatal desde que a mesma afundou na bolsa de valores devido à deterioração de sua carteira de crédito voltada ao agronegócio. Embora haja potencial, os analistas do Safra preferem passar longe dessa tese de investimento.
Na verdade,
BBAS3 teve rebaixada de neutra para venda sua recomendação por parte dos analistas Daniel Vaz e Rafael Nobre, que assinam o relatório divulgado nesta sexta-feira (6). O preço-alvo também teve tesouraço de R$ 26 por ação para os atuais R$ 19 por ação nos próximos 12 meses.
Mesmo entre os bancos privados mais tradicionais, a expectativa do Safra é lá das melhores.
Bradesco (BBDC4) e
Itaú (ITUB4) se viram com recomendações rebaixadas de compra para neutra. Na primeira instituição financeira, o preço-alvo ruiu de R$ 22 para R$ 17, ao passo que a segunda companhia viu seu preço justo ceder de R$ 51 para R$ 47.
Em sua justificativa, a dupla de analistas alega que os bancos brasileiros terão de lidar com um ambiente mais restritivo de concessão de crédito em 2027. Vale relembrar que a
XP abandonou sua aposta de taxa Selic a 11,50% ao ano e agora espera manutenção em 13,75% ao ano até o final de 2027.
Quem torce o nariz para o bancos digitais, saiba que essa é justamente a aposta do Safra, que ainda mantém recomendação de compra para
Nubank (ROXO34). A fintech brasileira também negocia suas ações na bolsa de valores americana, sob o ticker (
NU), e é por lá que se estabelece o preço-alvo de US$ 15 por ação.