Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
🚨 O primeiro retrato da opinião pública depois da reeleição mostra um governo com aprovação dividida e um eleitor que olha para a economia com apreensão.
Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contra 44% que a desaprovam. Outros 8% não sabem ou não responderam.
Na comparação com o levantamento anterior, feito na véspera do segundo turno, o quadro ficou praticamente estável. Naquela rodada, a aprovação também era de 48%, e a desaprovação, de 45%.
O número ganha peso quando colocado ao lado do histórico. Entre os presidentes que conquistaram um novo mandato, Lula tem hoje o resultado mais estreito.
Em 1998, depois de ser reeleito, Fernando Henrique Cardoso era aprovado por 54% e desaprovado por 44%, saldo de 10 pontos percentuais. Em 2006, o próprio Lula tinha 69% de aprovação contra 31% de desaprovação, saldo de 38 pontos.
Já Dilma Rousseff, em 2014, registrava 59% a 41%, diferença de 18 pontos. Agora, o saldo é de apenas quatro pontos.
Quando o eleitor é questionado sobre o que mais preocupa no governo, o tema econômico aparece na frente. São 27% os que citam economia, gastos, dívida pública e juros. Em segundo lugar vem segurança pública, violência, facções, milícias e drogas, com 17%.
Corrupção e escândalos, assim como governabilidade e relação com o Congresso e a oposição, aparecem com 12% cada.
A expectativa para o futuro próximo também esfriou. Para os próximos 12 meses, 39% acham que a situação do país vai piorar, mesmo percentual dos que acham que vai melhorar.
Outros 19% acreditam que ficará do mesmo jeito. Em agosto, o cenário era bem mais otimista, com 46% prevendo melhora e apenas 24% apostando em piora.
➡️ Leia mais: Datas duplas ganham mais cupons e já ameaçam Black Friday no Brasil
A Quaest perguntou ainda qual deve ser a prioridade do governo no novo mandato, a partir das promessas de campanha.
O fim da escala 6x1 foi a mais lembrada, por 17% dos entrevistados, seguido do imposto zero na cesta básica, com 16%, da valorização do salário mínimo, com 11%, e do pacto contra o feminicídio, com 10%.
O levantamento também mediu a imagem pessoal do presidente. Para 73% dos brasileiros, Lula é um líder forte, enquanto 25% pensam o contrário. Outros 61% afirmam que ele sabe o que está fazendo, 58% o consideram cheio de energia e 55% dizem que ele se importa com os outros.
A pior avaliação está no quesito honestidade. Nesse ponto, 57% dizem que Lula não é honesto, contra 34% que afirmam que sim.
Para o novo mandato, 70% dos entrevistados esperam mais conflitos com o Congresso do que no atual governo, enquanto 18% preveem menos. Em relação ao STF, 46% esperam mais conflito e 35% menos.
A preocupação geral com o futuro do país recuou em relação ao período anterior ao início da gestão, de 54% em dezembro de 2022 para 48% agora, e os otimistas passaram de 41% para 44%.
📊 A pesquisa ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre 30 de outubro e 2 de novembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa