Ibovespa (IBOV) recua 1,5% com pressão de ações de commodities

A queda do índice ocorre apesar da alta do petróleo Brent, enquanto BradSaúde (SAUD3) avança mais de 3%.

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Publicado em 22/10/2026 às 11:55h - Atualizado em 22/10/2026 às 12:58h Publicado em 22/10/2026 às 11:55h Atualizado em 22/10/2026 às 12:58h por Wesley Santana
Bolsa de valores espera pelo 2º turno das eleições que se realiza neste domingo (Imagem: Shutterstock)
Bolsa de valores espera pelo 2º turno das eleições que se realiza neste domingo (Imagem: Shutterstock)

Faltando apenas três dias para o segundo turno das eleições presidenciais, o Ibovespa (IBOV) opera com queda nesta quinta-feira (22). Por volta das 11h30, o principal indicador da bolsa de valores recuava 1,5%, para os 203,4 mil pontos, conforme dados da B3.

O maior fator de pressão deste pregão vem das empresas do setor de óleo e gás, que repercutem a guerra no Irã e sua influência sobre o petróleo. O barril do tipo Brent até acumula alta de 2,3% no dia, mas as empresas vão no sentido contrário.

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A líder em baixa no dia é a Usiminas (USIM5), que cai 4,2%, para abaixo de R$ 6,40. A Petrobras (PETR4) também pressiona o IBOV, caindo quase 1% no dia e voltando ao patamar de R$ 57.

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As mineradoras também forçam o indicador para o lado negativo. Empresas como CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4) caem 4% e 3,4%, respectivamente.

No lado positivo, Marcopolo (POMO4) é quem tenta amortecer o IBOV com avanço de 1%. Rede D'Or (RDOR3) e Ambev (ABEV3) também favorecem o índice, com altas de 1% e 0,7%, respectivamente.

O destaque positivo do dia, porém, é a BradSaúde (SAUD3), que sobe mais de 3,3% desde o começo do pregão. A companhia negocia seus papéis próximos de R$ 16, depois que o balanço do 3T26 entregou bons números ao mercado.

Mesmo com o movimento recente, o IBOV acumula valorização de 27% desde o começo deste ano. Portanto, quem apostou no indicador em janeiro está feliz com a rentabilidade.

E no exterior?

As bolsas dos Estados Unidos também operam com baixa nesta quinta. A Nasdaq cai 2,2% e a NYSE recua 0,4%, conforme os respectivos dados.

As principais moedas estrangeiras se valorizam frente ao real, mostram dados do Banco Central. O dólar avança 0,4% para R$ 5,04, enquanto o euro sobe 0,1% e chega a R$ 5,65.

Já o Bitcoin (BTC) despenca mais de 2% e cada criptomoeda é negociada a R$ 412 mil. O índice CoinDesk 20, que reúne os 20 principais tokens do mundo, cai 3% e retorna à casa de 2.249 pontos.