IBOV sobe de olho no favorito das Eleições 2026 e com rali da PETR4

A cotação do petróleo tipo Brent voltou a disparar na crise do Estreito de Ormuz, premiando o valuation da estatal.

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Publicado em 08/10/2026 às 18:18h - Atualizado em 08/10/2026 às 18:19h Publicado em 08/10/2026 às 18:18h Atualizado em 08/10/2026 às 18:19h por Lucas Simões
Primeiras pesquisas eleitorais do 2º turno confirmam o favoritismo por Bolsonaro (Imagem: Shutterstock)
Primeiras pesquisas eleitorais do 2º turno confirmam o favoritismo por Bolsonaro (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta quinta-feira (7) fechou aos 206.220,24 pontos, alta de +0,94%, à medida que os investidores reagem às primeiras pesquisas de intenção de voto ao 2º turno das Eleições 2026 entre Flávio Bolsonaro e Lula. No levantamento do PoderData/Aya, o candidato do PL soma 53% dos votos válidos, ante 47% do petista.
Só quem ganhou os holofotes mesmo foram as ações da Petrobras (PETR4), disparando +2,12% e na casa dos R$ 55,50 cada, visto que o petróleo tipo Brent decolou +4% e valia mais de US$ 104 por barril. O Irã voltou a atacar navios petroleiros no Estreito de Ormuz.
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Entre as maiores altas do IBOV, chamou a atenção a presença de varejistas como Azzas 2154 (AZZA3) e Assaí Atacadista (ASAI3), que são amplamente beneficiadas pelo forte fechamento da curva futura de juros e maior probabilidade de taxa Selic menor no próximo mandato.
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,02, avanço de +0,26%. Mais do que a acomodação do trade eleitoral Flávio Bolsonaro, os traders monitoram a disparada dos rendimentos dos títulos do governo dos Estados Unidos, que drenam o capital de mercados emergentes. 

Wall Street

O boom da inteligência artificial traz mais uma crise de consciência, dessa vez protagonizada pela OpenAI, a startup responsável pelo ChatGPT. A gigante não bateu as expectativas de receita do mercado, que esperavam US$ 68 bilhões, mas se depararam com US$ 50 bilhões.
Com isso, o famoso índice acionário Nasdaq-100 foi o que mais sofreu, dada a sua composição estrita em gigantes de tecnologia americanas. Só os papéis da fabricante de chips Nvidia (NVDA) recuaram quase -3% diante do temor de demanda fraca.

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