Por volta do meio-dia (horário de Brasília), as ações da fabricante de foguetes, fundada pelo trilionário Elon Musk, fizeram mínima histórica de US$ 132,15 cada, sob o ticker (
SPCX), negociado na bolsa de valores americana Nasdaq.
Aqui no Brasil, a SpaceX também mantém papéis listados diretamente na B3, sob o ticker (
SPCX34), os quais também renovaram mínima em R$ 44,83 cada no mesmo instante.
Na visão de analistas em Wall Street, o aparente fiasco momentâneo da SpaceX escancara o
fim da lua de mel com os investidores mais eufóricos, coincidindo com a véspera do lançamento do 13º voo de teste do foguete modelo Starship, aeronave espacial reutilizável que Musk quer viabilizar até o planeta Marte.
Considerando o tombo no preço de tela, o patrimônio dos investidores que embarcaram no IPO da SpaceX se desvalorizou -34%, ocasião em que a empresa angariou US$ 86 bilhões e
transformou Elon Musk no primeiro ser humano a acumular patrimônio superior a US$ 1 trilhão.
Além da divisão de foguetes, a SpaceX concentra negócios de internet por satélite, a Starlink, uma de suas principais fontes de receitas. Fora que o conglomerado incorporou a startup xAI, que é dona tanto da rede social X (antigo Twitter) quanto da ferramenta de
inteligência artificial (IA) Grok.
Durante o pico de euforia dos investidores, as ações da
SpaceX (SPCX) chegaram a valer US$ 225 cada, além da valorização de +20% no primeiro dia completo de negociação (15 de junho de 2026). Rapidamente, a empresa atingiu os requisitos necessários para ingressar no renomado índice acionário
Nasdaq-100 (composto pelas 100 maiores companhais de tecnologia dos EUA).