A cotação do
Bitcoin (BTC) voltou a surpreender positivamente nesta terça-feira (21), acumulando valorização de +1,5% nas últimas 24 horas e perseguindo a região dos US$ 66,3 mil, embora ainda some um desconto de -47% ante à máxima de US$ 126,1 mil vista em outubro de 2025.
O
mercado cripto pegou carona nas mais recentes sinalizações de que poderemos ter um novo cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, algo fundamental para a navegabilidade plena do Estreito de Ormuz. Pelo menos é a narrativa que o mercado tradicional comprou hoje e guiou a valorização das bolsas de valores globais.
Só que a maior criptomoeda do mundo tem ainda mais motivos para ensaiar uma recuperação de curto prazo mais relevante, caso consideremos o fluxo de dinheiro nos ETFs de Bitcoin, que pela primeira vez em várias semanas, voltou a ficar no azul.
Na somatória dos 13 ETFs de Bitcoin à vista negociados na bolsa de valores americana, houve o registro de fluxo positivo de US$ 75,7 milhões na semana encerrada no último dia 17 de julho de 2026, algo que não se via desde meados de maio. Atualmente, o maior representante da categoria é o
iShares Bitcoin Trust (IBIT), com quase US$ 50 bilhões aplicados.
Ou seja, tem mais investidores interessados em comprar
BTC agora do que vender, especialmente os grandes investidores institucionais que aproveitam o preço mais descontado do criptoativo.
Com base na análise gráfica, o próximo preço-alvo para o Bitcoin no horizonte de curto prazo é a faixa de preço entre US$ 68 mil e US$ 70 mil. Já no horizonte de longo prazo, o novo rali está fixado na região entre US$ 94 mil e US$ 100 mil.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Bitcoin (BTC) há 12 meses, hoje você teria R$ 576,30. A simulação também aponta que o
CDI (renda fixa) teria retornado R$ 1.148,40 nas mesmas condições.