Cheiro de Selic menor não levantou IBOV, derrubado por PETR3 órfã de petróleo

Commodity fecha abaixo de US$ 80 por barril, pressionando petroleiras ao redor do mundo.

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Publicado em 05/08/2026 às 17:50h Publicado em 05/08/2026 às 17:50h por Lucas Simões
Mercado prefere ver o tom do Copom sobre a Selic antes de abraçar o IBOV (Imagem: Shutterstock)
Mercado prefere ver o tom do Copom sobre a Selic antes de abraçar o IBOV (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta quarta-feira (5) fechou aos 177.726,17 pontos, leve baixa de -0,09%, já que o recuo de -2,26% das ações da Petrobras (PETR3) acabou ofuscando o clima de redução da taxa básica de juros.
A estatal tem bastante peso no índice brasileiro e deixou o tom vermelho, acompanhando uma forte correção do petróleo tipo Brent nos últimos pregões por conta da possível reabertura do Estreito de Ormuz. O preço da commodity já está abaixo dos US$ 80 por barril.
Mas foram as ações da RaiaDrogasil (RADL3) que lideraram os ganhos no IBOV, disparando +5,62%, impulsionadas por resultados fortes no segundo trimestre do ano (2T26). A rede de farmácias subiu a sua geração de caixa para R$ 550 milhões, enquanto reduziu sua alavancagem para apenas 0,8x sobre o Ebitda ajustado. 
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,12, ligeira queda de -0,05%, diante de posições amplamente precificadas de que o Copom (Comitê de Política Monetária) cortará a taxa Selic para 14% ao ano. 

Wall Street

O salto de +3,43% das ações da Nvidia (NVDA) dominou a cena em Wall Street hoje, visto que o movimento dos investidores foi influenciado por Elon Musk.
Afinal de contas, o bilionário afirmou que a SpaceX (SPCX), empresa de foguetes e negócios movidos por inteligência artificial (IA), só utilizará semicondutores produzidos pela fabricante americana. 

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