A
Brava Energia (BRAV3) registrou lucro líquido de R$ 871 milhões durante o segundo trimestre do ano (
2T26), recuo de -17% na comparação anual. Todavia, a
petroleira ainda teve resultado operacional recorde graças aos preços atrativos do
petróleo no período.
O Ebitda ajustado (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) ficou em R$ 1,77 bilhão no 2T26, crescimento de +33% na comparação anual, além de ser um patamar inédito para a companhia. Em dólar, o indicador angariou US$ 341 milhões.
Também foi recorde a receita líquida da Brava Energia, com saldo de R$ 3,6 bilhões, expansão de +14% ante igual período de 2025. Na cotação da moeda americana, o indicador somou US$ 712 milhões.
O relatório de resultados aponta que a produção média total ficou em 81,7 mil barris de óleo equivalente por dia no 2T26, crescimento de 8% ante o primeiro trimestre, ao passo que o preço médio do petróleo vendido subiu para US$ 91,40 por barril no trimestre, salto de +46% na comparação anual.
Pelo quinto trimestre consecutivo, a Brava Energia reduziu sua dívida líquida, com a alavancagem cedendo de 1,97x para 1,55x no intervalo de 12 meses, além de posição de caixa de US$ 965 milhões ao final do 2T26.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Brava Energia (BRAV3) há cinco anos, hoje você teria R$ 495,30, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.461,20 nas mesmas condições.