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Braskem (BRKM5) informou que ainda não tomou qualquer decisão formal sobre uma possível reestruturação de dívida ou adoção de medidas de proteção contra credores. O esclarecimento foi divulgado após questionamentos da CVM (Commissão de Valores Mobiliários) e da B3 sobre informações publicadas pelo jornal Valor Econômico.
Segundo comunicado enviado ao mercado, a petroquímica relembrou que, em fato relevante divulgado em setembro de 2025, contratou assessores financeiros e jurídicos especializados para conduzir um diagnóstico abrangente de alternativas econômico-financeiras voltadas à otimização de sua estrutura de capital.
A companhia afirmou que as análises seguem em andamento e que, junto de seus assessores, vem avançando de forma estruturada nas negociações com representantes dos credores. As informações também já haviam sido mencionadas no relatório financeiro trimestral referente ao primeiro trimestre de 2026, divulgado em 13 de maio.
Durante esse processo, a Braskem informou que diferentes possibilidades estão sendo avaliadas, incluindo eventuais medidas de reprogramação de obrigações financeiras. Apesar disso, ressaltou que, até o momento, não existe definição formal sobre qual alternativa, ou conjunto de alternativas, poderá ser implementada.
A informação chega um dia após a
Petrobras (PETR4) e a gestora IG4 passarem a assumir o controle da Braskem após a conclusão da operação envolvendo ações da Novonor. Segundo a empresa, foram cumpridas todas as condições suspensivas previstas no contrato firmado entre as partes
As ações ordinárias adquiridas representam aproximadamente 50,1108% do capital votante da companhia e 28,3909% do capital total. Já as ações preferenciais adquiridas equivalem a cerca de 13,6870% do total de ações preferenciais da empresa e 5,9324% do capital social total.