O
Banco BMG (BMGB4) reportou lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões no primeiro trimestre do ano (1T26), salto de +27,2% ante o mesmo intervalo de 2025, quando havia lucrado R$ 115 milhões, conforme resultados publicados nesta terça-feira (5).
Coincidindo com o ganho de lucratividade, veio o indicador fundamentalista ROAE (Retorno Sobre o Patrimônio Líquido Médio), com taxa de 15,3% neste início de 2026, superior ao rendimento de 12,1% há um ano.
A gestão do
BMGB4 atribui a melhor rentabilidade neste início de 2026 à mudança no mix dos ativos, com aumento da margem financeira, na faixa de R$ 853 milhões no 1T26, melhora de +10,1% na base anual, após o custo de crédito.
O Índice de Basileia, indicador internacional que mede a saúde financeira das
instituições financeiras, ficou no patamar de 12,9% no 1T26, colocando o BMG acima do limite mínimo de 11% exigido pelo Banco Central brasileiro.
A carteira de crédito total do banco atingiu R$ 24,09 bilhões no 1T26, incremento de +3,9% na base anual, por conta da maior oferta de crédito consignado privado e crédito pessoal aos clientes, embora esteja reduzindo a antecipação do saque-aniversário do FGTS.
O patrimônio líquido do Banco BMG ao final do 1T26 era de R$ 4,24 bilhões, alta de +16,2% ante o mesmo período de 2025, aproveitando-se do aumento de capital da companhia, maior lucro líquido contábil e provisionamento de
juros sobre o capital próprio (JCP).
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Banco BMG (BMGB4) há dois anos, hoje você teria R$ 1.901,30, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.453,20 nas mesmas condições.