Previ defende troca no comando do conselho da Vale (VALE3) e cita "renovação"
O fundo do BB vê a troca de Stieler como renovação natural, alinhada à demanda do mercado por mais independência institucional.
💸 O conselho de administração da Vale (VALE3) aprovou nesta sexta-feira (11) a emissão de R$ 6 bilhões em debêntures, ou seja, a mineradora buscará esse dinheiro emprestado com investidores de renda fixa.
No caso, os títulos de crédito privado da mineradora serão debêntures simples, ou seja, terão cobrança de imposto de renda, além de não serem conversíveis em ações da empresa.
As debêntures que levantarão a cifra bilionária à Vale são divididas em três séries nesta 10ª emissão, com prazos de dez, doze e quinze anos de vencimento.
Assim como todo título de crédito privado (CRAs, CRIs e debêntures) não têm cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Ou seja, caso a empresa se encontre em dificuldades financeiras no futuro e venha dar calote, o investidor acaba assumindo todo o eventual prejuízo.
Conforme a Vale, a emissão das debêntures será realizada tendo em vista o enquadramento dos projetos de investimento como prioritários no setor de transportes.
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O fundo do BB vê a troca de Stieler como renovação natural, alinhada à demanda do mercado por mais independência institucional.
A AGE foi convocada a pedido da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil que possui cerca de 10% do capital social da Vale.