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O Japão pode ser o próximo país a passar a produzir servidores de inteligência artificial. Pelo menos é no que depender da Softbank e da Nvidia (NVDC34), que negociam uma parceria para expandir a fabricação no país asiático.
Os planos, no entanto, não são imediatos, já que as empresas trabalham para que o campo esteja pronto até o fim desta década. A fabricação estaria concentrada na unidade de telefonia da Softbank, um dos maiores grupos empresariais do mundo.
A nova fábrica será implementada na cidade de Sakai, na província de Osaka, que foi adquirida pelo grupo no ano passado. Conforme a imprensa japonesa, a empresa também quer desenvolver a montagem de componentes terceirizados no mesmo espaço já nos próximos anos.
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O conglomerado havia discutido a ideia também com a Foxconn, empresa de Taiwan, que é conhecida pela fabricação dos iPhones na Ásia. Porém, o mais provável é que a proposta avance com a norte-americana, hoje a companhia mais valiosa do mundo, com mais de US$ 5 trilhões em market cap.
O projeto chega em um momento crucial para a indústria de tecnologia, que se vê cada vez mais dependente de novas indústrias de servidores. Com o crescimento do uso da IA, torna-se necessário o desenvolvimento de equipamentos capazes de suprir a demanda regional.
Mesmo com o anúncio, os investidores reagiram de forma negativa nesta sexta (8), fazendo com que as ações da SoftBank caíssem na Bolsa de Tóquio. A companhia recuou quase 5% no pregão, negociando cada papel em 6,1 mil ienes japoneses, equivalente a US$ 39.
Já as ações da Nvidia vão no sentido contrário e conseguem uma valorização média de 2%. Com isso, cada papel na Nasdaq performa na casa de US$ 215.
Parte dos prejuízos da SoftBank nesta sexta está relacionada a uma revisão que a companhia fez junto aos seus credores. Havia uma projeção de empréstimo de até US$ 10 bilhões com garantia pela participação na OpenAI, mas a empresa voltou atrás e reduziu esse limite para US$ 6 bilhões.
A projeção inicial estava fundamentada na futura abertura de capital da OpenAI, que pode ser a maior operação da história de Wall Street. No entanto, isso mostra que os investidores estão mais cautelosos com o tamanho do IPO, que pode acontecer nos próximos meses.
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