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Taesa (TAEE11) encerrou o 1º trimestre de 2026 com lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões, resultado que representa alta anual de 2,3%. A receita líquida regulatória da companhia somou R$ 655,5 milhões no período, avanço de 9,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.
Já o Ebitda regulatório atingiu R$ 562,1 milhões, crescimento de 10,3%, com margem Ebitda de 85,8%, alta de 0,5 ponto percentual. Segundo a companhia, o desempenho operacional foi impulsionado principalmente pela entrada em operação de Pitiguari, além da entrada parcial dos projetos Tangará e Saíra (2ª fase) e das energizações dos reforços na TSN e São Pedro.
A RAP operacional da empresa para o ciclo 2025-2026 ficou em R$ 4,1 bilhões, enquanto a RAP total, incluindo ativos operacionais e em construção, alcançou R$ 4,4 bilhões. No período, a Parcela Variável, indicador ligado à indisponibilidade das linhas de transmissão, totalizou R$ 3,1 milhões, equivalente a 0,42% da receita de transmissão do trimestre.
A companhia também avançou em sua frente de investimentos. Os aportes em projetos greenfield, reforços e melhorias somaram R$ 312,2 milhões no trimestre, alta de 16,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na estrutura de capital, a dívida líquida da Taesa encerrou março em R$ 10,2 bilhões, enquanto a alavancagem ficou em 4,2 vezes o Ebitda.
Além disso, o conselho de administração da Taesa aprovou a distribuição de R$ 192,6 milhões em JCP (juros sobre capital próprio), com base no lucro distribuível apurado em 31 de março de 2026. O provento será equivalente a R$ 0,186327 por ação ordinária e preferencial (TAEE3 e TAEE4) e a R$ 0,558998 por unit (TAEE11).
Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária em 11 de maio. A partir do dia 12, os papéis passam a ser negociados na condição “ex-JCP”. Segundo o cronograma divulgado pela companhia, o pagamento será efetuado em 26 de agosto de 2026.