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Simpar (SIMH3) informou ao mercado que seu Conselho de Administração aprovou um novo programa de recompra de ações de própria emissão, além de autorizar a celebração de instrumentos derivativos exclusivamente de liquidação financeira.
De acordo com a empresa, os derivativos não exigem desembolso imediato de caixa e, portanto, não geram impacto na alavancagem da companhia. Esses instrumentos serão referenciados em ações da própria Simpar e também de suas controladas Movida Participações S.A., Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A., JSL S.A. e Automob Participações S.A.
Segundo a companhia, o programa de recompra e os derivativos fazem parte da estratégia da administração para aumentar a exposição, ainda que de forma sintética, às ações emitidas pela empresa e por suas controladas. A decisão considera o cenário macroeconômico atual, bem como o incremento na estrutura de capital das empresas do grupo e a redução do custo de capital.
💸 A Simpar destacou ainda que os efeitos dos derivativos dependem da homologação do aumento de capital no valor mínimo de R$ 1,4 bilhão. A homologação deverá ocorrer após a Assembleia Geral Extraordinária, convocada para 30 de março de 2026, que também deliberará sobre os derivativos referenciados em ações de emissão da própria companhia.
Lembrando que em fevereiro a empresa aprovou o grupamento de ações na proporção de 2 para 1. Com a operação, cada duas ações ordinárias passam a corresponder a uma ação da mesma espécie, sem qualquer alteração no valor do capital social. O capital social permaneceu em R$ 1.174.361.607,43, agora dividido em 436.520.266 ações ordinárias.