Bombril (BOBR4): Três funcionários morrem em ataque na fábrica de SP

O ataque foi cometido por um trabalhador terceirizado, que depois se suicidou na delegacia.

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Publicado em 01/08/2026 às 12:44h Publicado em 01/08/2026 às 12:44h por Marina Barbosa
Crime ocorreu dentro da fábrica de São Bernardo do Campo, a sede da Bombril (Imagem: LinkedIn/Reprodução)
Crime ocorreu dentro da fábrica de São Bernardo do Campo, a sede da Bombril (Imagem: LinkedIn/Reprodução)
A principal fábrica da Bombril (BOBR4) foi palco de uma tragédia neste sábado (1º).
Um funcionário terceirizado da empresa matou três colegas de trabalho a facadas dentro da fábrica situada em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
O homem de 33 anos foi preso e cometeu suicídio na carceragem da delegacia de polícia, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.
De acordo com as investigações policiais, o funcionário estava de folga e teria ido à fábrica no início da manhã deste sábado (1º) para cometer o crime.
Ele teria sido vítima de bullying por outros dois trabalhadores do empreendimento e direcionou os ataques a esses homens. A terceira vítima teria sido atingida ao tentar impedir a agressão. 
Aos 39, 44 e 54 anos de idade, as vítimas não resistiram aos ferimentos e morreram ainda dentro da fábrica da Bombril.
Considerada a maior fábrica produtora de lã de aço do mundo, a unidade teve as suas atividades paralisadas após o crime deste sábado (1º).

Bombril se manifesta

Em nota, a Bombril disse que acionou os órgãos responsáveis para apurar o caso, acompanha e colabora com as investigações. A empresa ainda repudiou veementemente o ato e se solidarizou com as famílias das vítimas.
A TPC, empresa responsável pela contratação do funcionário terceirizado que cometeu o crime, lamentou e assumiu a responsabilidade pela operação na fábrica da Bombril.
A empresa disse que está prestando todo o apoio e a assistência necessários aos familiares e às pessoas próximas das vítimas. Além disso, apura as circunstâncias do ocorrido e colabora com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos. "A segurança é um valor inegociável para a TPC", acrescentou.
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo apura o crime, inclusive o suicídio do funcionário terceirizado, por meio de inquérito policial que será conduzido pela equipe de homicídios do Departamento Estadual de Investigações Criminais de São Bernardo do Campo.