Ânima (ANIM3) nega que haja opção de venda da FMU à Farallon
As ações da Ânima chegaram a registrar forte queda após investidores questionarem o preço da operação.
Na manhã desta terça-feira (7), algumas das principais ações do setor de Educação passam por um movimento de forte alta. Quatro das cinco principais empresas do segmento veem seus ativos crescendo em patamar visto poucas vezes nos últimos meses.
O melhor desempenho vem da Ânima (ANIM3), que avança 7% no pregão, para R$ 3,75, conforme dados da B3. O mesmo acontece com os papéis da Cogna Educação (COGN3), que crescem mais de 6,5% no dia, para acima dos R$ 3,50.
O ganho desses ativos vem na esteira de uma mudança na projeção do JPMorgan, que agora passou a recomendar as ações dessas companhias. No caso da Ânima, a empresa tornou-se a principal escolha, com indicação de exposição acima da média do mercado.
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Na análise do banco, a companhia pode começar a se beneficiar de um eventual corte na taxa básica de juros. Além disso, os analistas entendem que a empresa tem capacidade de alcançar um Ebitda acima do lucro.
Já para a Cogna, o relatório estima um crescimento de 12% da receita já em 2026, puxado sobretudo pelo ensino superior. Já os lucros podem superar a casa de 63%, como projeta o consenso.
A única ação que não se beneficia do movimento desta terça-feira é a da Yduqs (YDUQ3), que cai quase 5%, sendo negociada em R$ 12,30. Mesmo assim, o JPMorgan tem preço-alvo de R$ 21 para os papéis, com redução de R$ 1 em relação à estimativa anterior.
As ações da Ânima chegaram a registrar forte queda após investidores questionarem o preço da operação.
As ações da companhia caem cerca de 30%, com o mercado preocupado com os custos da aquisição.