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Ânima (ANIM3) afirmou que não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda que obrigasse a companhia a adquirir participação na FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) da gestora Farallon Capital. O esclarecimento foi divulgado após solicitação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre informações publicadas pela imprensa.
O posicionamento da empresa ocorre poucos dias depois de a compra da FMU provocar forte reação do mercado. As ações da Ânima chegaram a registrar forte queda após investidores questionarem o preço da operação e especularem sobre uma eventual obrigação contratual envolvendo a Farallon Capital.
No comunicado, a Ânima informou que recebeu um ofício da CVM solicitando esclarecimentos sobre uma reportagem publicada em 16 de julho pelo Brazil Journal. Entre os pontos questionados estava a suposta existência de uma opção de venda.
A companhia negou a informação e afirmou que "não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda outorgada à Farallon Capital" que a obrigasse a adquirir parte ou a totalidade das quotas da FMU. Segundo a empresa, a aquisição anunciada em 14 de julho foi motivada exclusivamente pelo potencial estratégico e pela capacidade de geração de valor do ativo.
As dúvidas sobre a operação ganharam força após a divulgação da compra da FMU. A aquisição prevê a assunção de aproximadamente R$ 560 milhões.