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Petrobras (PETR4) começou o mês de julho revisando os preços dos combustíveis, para acompanhar a recente queda do
petróleo.
📉 Na sequência, reduziu em R$ 0,81 o litro do querosene de aviação, de forma a acompanhar a "atenuação" das cotações internacionais do combustível diante da redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Agora, deve avaliar se os preços da gasolina também serão alterados, para garantir que todos os seus combustíveis acompanhem a tendência de preços internacionais.
Com a palavra, a CEO
⛽ Presidente da Petrobras, Magda Chambriard indicou nesta quarta-feira (1º) a gasolina deve acompanhar a tendência de redução do petróleo.
Porém, lembrou que a estatal não faz reajustes "todos os dias", para evitar o repasse da volatilidade dos mercados globais para o bolso do consumidor.
"Todos os nossos combustíveis acompanham a tendência de preços internacionais, mas sem internacionalizar a volatilidade, sem internacionalizar a ansiedade", afirmou.
Ela disse ainda que o objetivo da estatal é fornecer produtos que caibam no bolso da sociedade brasileira, mas sem perder espaço no mercado.
Foi por isso que a estatal "custou" a reajustar a gasolina após o início da guerra no Oriente Médio, como lembrou Magda.
O reajuste da gasolina só foi anunciado no fim de maio, depois que o combustível entrou na lista de subvenções do governo.
No entanto, o subsídio à gasolina deve ser retirado nos próximos dias, assim como já aconteceu com o diesel, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o que pode abrir espaço para novas mexidas nos preços da Petrobras.