VALE3 e siderúrgicas tomam rasteira do minério e dá ruim ao IBOV
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Na última quarta-feira (16), o Ministério Público Federal acionou a Vale (VALE3) por meio de uma ação civil pública contra um extravasamento registrado na Mina da Viga, na região de Congonhas, no interior de Minas Gerais. A entidade pede reparação de danos ambientais, além da contratação de uma auditoria independente custeada pela companhia.
“Um evento que provocou o extravasamento de estruturas da mina e o transporte de sedimentos para os cursos de água exige o acompanhamento por auditoria técnica independente, para avaliar a segurança das medidas adotadas e a adaptação das instalações a chuvas intensas”, afirma o procurador da República Eduardo Henrique de Almeida Aguiar, que assina a ação.
É importante destacar que o MP já havia acionado a Vale outras vezes por este mesmo caso. Em uma dessas ocasiões, chegou a pedir o bloqueio de R$ 200 milhões para garantia de reparação de danos.
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O MPF também ressaltou que promoveu reuniões com a companhia antes da ação, na tentativa de chegar a um acordo extrajudicial. “Apesar da elaboração de uma proposta de compromisso com diretrizes para recuperação ambiental, revisão do sistema de drenagem e indenizações, a mineradora não assinou o documento”, ressaltou.
Já a Vale disse que ainda não foi notificada da ação, mas que segue empenhada para o reparo do local. “A empresa vem adotando todas as medidas necessárias para a recuperação da área, em alinhamento com os órgãos competentes”, disse por meio de nota.
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Segundo a mineradora, a análise de diferentes possibilidades de financiamento ocorre de forma contínua.